sexta-feira, 26 de junho de 2026

Mais tempo na escola não é mais aprendizagem

Há uma imagem que se repete todos os anos e que, talvez por se ter tornado habitual, deixou de nos inquietar como deveria. Enquanto os alunos do 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário já terminaram as aulas, as crianças da educação pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico continuam na escola até ao final de junho, mais precisamente até dia 30 de junho. Os alunos mais novos, precisamente aqueles que mais necessitam de brincar, descansar, estar em família, desacelerar e recuperar do ano letivo, são os que permanecem mais tempo em atividade escolar e letiva, e a questão é simples, porquê? A resposta raramente é assumida com clareza e frontalidade, uma vez que se fala de calendário, de organização, de cumprimento, mas é essencialmente pelo papel de serviço às famílias e da necessidade de assegurar respostas que estará na base desta decisão. Tudo isso é relevante. Ninguém ignora as dificuldades de conciliação entre a vida profissional e familiar, nem o papel social que a escola tem vindo a assumir, muitas vezes para além da sua missão educativa. Mas talvez seja tempo de termos a coragem de dizer que uma resposta social não deve ser disfarçada de prolongamento letivo. O problema não está no facto da escola apoiar as famílias, o problema está em fingir que, no final de junho, em dias longos, quentes, cansados e emocionalmente saturados, se mantém a lógica de ensino, a mesma expectativa curricular e a mesma exigência formal.

De alguma forma a sociedade, e até dentro de muitas escolas, confundimos demasiadas vezes presença com aprendizagem. Como se mais horas significassem automaticamente mais conhecimento ou como se permanecer sentado numa sala, depois de meses de trabalho intenso, fosse sinal de maior compromisso educativo. Esta falsa ideia de se pensar que cumprir o calendário tivesse o produto e o compromisso da aprendizagem. Os educadores de infância e professores do 1.º ciclo sabem bem que cumprir o currículo é uma intenção administrativa, mas aprender é um processo humano, complexo, afetivo, relacional e cognitivo. Um professor pode ter ensinado um conteúdo, mas isso não significa que o aluno o tenha apropriado, compreendido ou integrado. Então, se a quantidade de tempo letivo não garante a qualidade das aprendizagens, qual a razão de em muitos casos, poder estar até degradá-la. O que se passa com o pré-escolar e o 1.º ciclo revela uma desvalorização antiga, embora raramente assumida. Há uma espécie de ideia silenciosa de que os mais pequenos “aguentam”, de que a escola dos primeiros anos é mais flexível, mais leve e mais virada para o espaço e tempo ocupacional. Nada poderia estar mais errado, a educação de infância e o 1.º ciclo são etapas decisivas da vida escolar, nas quais se constroem as primeiras relações com o conhecimento, com a leitura, com a escrita, com os números, com os outros, com a autonomia e com a própria ideia de escola. São os primeiros anos que determinam as possibilidades de se aprender a estar, a escutar, a esperar, a perguntar, a errar e a tentar de novo. São os primeiros anos os momentos em que muitos alunos revelam as primeiras dificuldades, os primeiros sinais de insegurança, os primeiros desafios de linguagem, atenção, socialização ou autorregulação.

Assim, é profundamente injusto que estes níveis de ensino sejam tratados como uma espécie de prolongamento natural da função de guarda de crianças. Ou seja, os professores do pré-escolar e do 1.º ciclo não são animadores de circunstância, nem vigilantes de calendário, nem substitutos de políticas públicas de apoio à família. São, sim, profissionais altamente qualificados, com uma missão pedagógica exigente e insubstituível, que trabalham diariamente com crianças que ainda precisam de colo simbólico, de rotina, de segurança emocional, de mediação constante e de atenção individualizada. Será bom que a sociedade e outros colegas compreendam que ensinar uma criança a ler, a escrever, a pensar matematicamente, a organizar-se, a lidar com a frustração ou a confiar em si própria é uma das tarefas mais complexas da escola. No entanto, é frequente assistirmos a sinais claros de desprestígio social, uma vez que até existem casos de professores que estão com a função de apoio educativo, que nestes momentos são desviados para outras funções, por exemplo para vigilância de exames, deixando alunos do 1.º ciclo sem o acompanhamento de que precisam. Ora, isto só acontece, precisamente, quando o cansaço se acumula, em que as dificuldades estão mais visíveis e em que a escola deveria proteger ainda mais os percursos dos alunos mais vulneráveis.

Torna-se preocupante a mensagem que se passa quando se retira apoio a uma criança para garantir a logística de exames de outros ciclos ou qual é o lugar que, verdadeiramente, o 1.º ciclo ocupa nas prioridades do sistema educativo. Evidentemente, que não se trata de colocar ciclos de ensino uns contra os outros, porque todos revelam uma extrema importância e todos exigem professores competentes, condições adequadas e reconhecimento público. Porém, a organização do calendário escolar parece dizer que uns têm direito ao encerramento pedagógico do ano e outros devem continuar, porque são mais pequenos, menos autónomos e mais dependentes de uma resposta institucional, e é por serem mais pequenos que deveriam ser mais protegidos, não mais sobrecarregados com mais horas letivas. O ano escolar termina para uns e prolonga-se para outros, seja para realizarem as avaliações, exames ou, simplesmente, estarem em pausa ou descanso, enquanto outros continuam em sala, muitas vezes com atividades que já não correspondem ao ritmo natural de aprendizagem. 

Felizmente, os educadores e professores, como sempre, fazem o melhor possível, uma vez que reinventam estratégias, reorganizam tarefas, criam momentos lúdicos, fecham projetos, acolhem emoções, gerem conflitos, mantêm rotinas e procuram dar sentido ao que já não tem grande sentido pedagógico. Fazem-no com profissionalismo, porque é isso que os professores fazem, mas não devemos confundir a capacidade de resistência dos professores com a qualidade destas decisões políticas que atravessam diferentes ministérios da educação. O final de junho no pré-escolar e no 1.º ciclo poderia ser um tempo de transição, de atividades não formais, de projetos artísticos, de brincadeira orientada, de contacto com a natureza, de bibliotecas abertas, de oficinas criativas, de desporto, música, teatro, ciência informal e participação comunitária. A escola poderia ser uma resposta articulada entre outras escolas, autarquias, associações locais e famílias, nas quais deveria existir um modelo claro de ocupação educativa, lúdica e social, sem fingir que se trata de tempo letivo regular, e isso, seria honesto para as crianças, para os professores e para as famílias. A escola tem também uma função social, mas essa sua função social não pode esmagar a sua principal missão, a pedagógica. 

É urgente retirar uma ideia perigosa que está instalada no debate educativo, ou seja, uma escola se estiver aberta e as crianças estiverem ocupadas, então o problema fica resolvido. O perigo é pensarmos que uma escola aberta sem propósito pedagógico claro é apenas uma instituição a compensar falhas de outras políticas e uma criança ocupada não é necessariamente uma criança a aprender. Tal como, um professor presente não é necessariamente um professor em condições de ensinar com qualidade. Assim, deveremos discutir primeiro o que é melhor para as crianças e não o que é mais cómodo para o sistema. Se acreditamos verdadeiramente no bem-estar, na saúde mental, na qualidade das aprendizagens e na valorização da infância, então não podemos continuar a aceitar que os mais novos tenham sempre de ficar até ao fim, como se o seu tempo valesse menos. O outro aspeto fulcral é a valorização dos professores do pré-escolar e do 1.º ciclo, respeitando o seu tempo profissional e reconhecer a especificidade da sua missão. Não é aceitável que estes docentes sejam vistos como uma extensão permanente da resposta social às famílias e que se fale em inovação, inclusão e qualidade pedagógica, enquanto se mantém uma organização que comunica exatamente o contrário, com mais horas, mais permanência, mais desgaste, como se isso fosse sinónimo de melhor educação.

Em suma, a educação precisa de tempo com sentido, mas precisa sobretudo de tempo para aprender, brincar, consolidar, criar, experimentar, descansar e crescer. As crianças não são recipientes onde se despejam conteúdos até ao último dia possível, porque se por um lado precisam de escola, por outro, também precisam de pausa e com tempo de qualidade saudável, na qualidade pedagógica dos professores, como também precisam de família. A infância não deve ser a última prioridade do calendário escolar, deve ser a primeira preocupação de qualquer política educativa séria.



Marco Bento
Professor na Escola Superior de Educação de Coimbra e do Porto, investigador no Centro de Investigação e Inovação em Educação (InED ESE-IPP), coordenador do Projeto SUPERTABi Maia, consultor em Educação

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Manifesto pela Inteligência Artificial como Extensão do Pensamento Humano na Educação: Porque educar é ensinar a pensar e não interditar o pensamento

Manifesto publicado no Jornal Publico a 26 de janeiro de 2026

Não é a tecnologia que desumaniza a educação. O que a desumaniza é a ausência de projeto pedagógico, de intencionalidade ética e de responsabilidade educativa.
A Inteligência Artificial (IA) não surge no vazio, surge num mundo já marcado pela aceleração, pela fragmentação da atenção e pela necessidade constante de adaptação, pela burocratização do ensino e pelo esvaziamento do tempo pedagógico, colocando à educação novos desafios éticos, pedagógicos e sociais. Atribuir-lhe a culpa por um pretenso empobrecimento cognitivo e emocional dos estudantes do ensino superior é um erro de diagnóstico que conduz, inevitavelmente, a soluções erradas.
A história da educação ensina-nos algo simples e recorrente, sempre que uma nova tecnologia emerge, o reflexo imediato é o medo e a proibição. Foi assim com o livro impresso, com a calculadora, com a internet, com os motores de busca, com os smartphones. Nunca foi a interdição que educou, foi a mediação pedagógica.
Uma das melhores justificações para a utilização da IA e de uma boa literacia do prompt o mais cedo possível tem que ver com o facto da IA não substituir o pensamento, mas expor a sua ausência. Assim, a IA generativa não pensa, não compreende, não deseja e não interpreta o mundo, mas ajuda a reorganizar a linguagem. Se os estudantes entregam trabalhos vazios, acríticos e sem autoria, o problema não é a IA, mas da ausência de uma cultura de autoria, de exigência intelectual, de modelos pedagógicos atualizados e de práticas avaliativas que valorizem o processo e a construção significativa do conhecimento, em vez da mera reprodução de respostas. A IA não cria mediocridade. Onde existe pensamento, ela pode ser instrumento de aprofundamento, por outro lado, onde ele não existe, revela o vazio.
Outro ponto chave nesta discussão, é que proibir a IA é abdicar da missão de educar. Banir a IA dos processos de ensino e de aprendizagem não protege os estudantes, mas abandona-os num mundo onde a IA já está presente. Abandona-os sem literacia crítica, sem ética de uso, sem compreensão dos seus limites, riscos, enviesamentos e impactos. Abandona-os à clandestinidade pedagógica, ao uso oculto, não acompanhado e não problematizado. Educar nunca foi proteger pelo silêncio, mas sim ensinar a compreender, a argumentar e a decidir. 
Questionar o processo humanista num mundo pautado pela ausência de relações é esquecer, que a verdadeira humanização passa pela pedagogia, não pela proibição do uso de tecnologia.
Humanizar o ensino não é regressar a um passado idealizado onde o esforço existia por decreto e a dor era confundida com virtude pedagógica. Humanizar é reconstruir o tempo ao longo da aprendizagem, mas com os instrumentos do presente. A IA pode, quando pedagogicamente orientada, apoiar a escrita reflexiva, sem a substituir, ajudar a estruturar ideias, sem lhes retirar autoria, promover feedback formativo mais frequente e personalizado, tornar visíveis os processos de pensamento, em vez de apenas os produtos finais.
O problema não é a IA, o problema mantém-se no modelo educativo que a acolhe sem crítica. Com isso, não olhamos para a IA sem a questionar, sem refletir sobre a sua legitimidade, sem a necessária crítica académica, ou à captura tecnológica por interesses económicos opacos. Mas confundir essa crítica estrutural com a rejeição da tecnologia é um erro político e pedagógico. A resposta não é a proibição da tecnologia, mas a educação para uma literacia digital e ética que permita aos estudantes compreender, questionar e transformar a tecnologia, em vez de apenas a consumir. Sem isto, a proibição é apenas um gesto simbólico, aparentemente tranquilizador, mas estéril.
A IA não transforma os estudantes em "cretinos digitais" nem em ignorantes, intelectualmente menos capazes ou desonestos; o que se torna evidente é que avaliar melhor é mais exigente do que proibir. A IA veio expor uma fragilidade antiga dos sistemas de avaliação, evidenciando práticas frequentemente assentes em tarefas rotineiras e na classificação do produto final, com reduzida valorização dos processos de aprendizagem, do feedback formativo e do desenvolvimento do pensamento crítico. Proibir a IA para manter práticas de avaliação frágeis é uma opção simplificadora, mas pedagogicamente pouco sustentável. O caminho verdadeiramente exigente é redesenhar práticas pedagógicas onde o trabalho é feito nas aulas com acompanhamento do professor e não em casa, e os estudantes tenham a possibilidade de justificar as suas decisões, explicitar raciocínios, dialogar com fontes, refletir e defender posições de forma crítica. Se pretendemos avaliar para as aprendizagens, não podemos continuar a confundir com a classificação das aprendizagens, porque pretende-se educação, tudo o resto é controlo.
Por outro lado, a IA pode desempenhar um papel relevante na promoção da inclusão educativa. A educação inclusiva assenta no princípio de que todos os estudantes devem aprender juntos, independentemente das suas características, ritmos, necessidades educativas ou contextos socioculturais. A IA permite a personalização das aprendizagens, ajustando conteúdos, níveis de complexidade, ritmos de progressão e modalidades de apoio às necessidades individuais dos estudantes. Através de tecnologias de IA, como leitores de texto, reconhecimento e síntese de voz, legendagem automática, tradução em tempo real e sistemas de apoio à comunicação, é possível facilitar a participação de estudantes com deficiências sensoriais, motoras ou linguísticas.
Por fim, defendemos a IA como uma extensão, e não substituição, do pensamento humano. Defendemos uma IA subordinada ao humano, não como oráculo, mas como instrumento. Uma IA que amplie possibilidades cognitivas, que ajude a pensar melhor, mais longe e com mais consciência dos seus limites.
Tal como a escrita não destruiu a memória, tal como a calculadora não destruiu o pensamento matemático, tal como a internet não destruiu o conhecimento, a IA não destruirá a educação, desde que seja integrada de forma crítica, ética e pedagogicamente fundamentada, ao serviço da aprendizagem, da inclusão e do desenvolvimento humano, e não como substituto do pensamento, da relação pedagógica ou do papel insubstituível do professor.
Sempre que uma sociedade se sente ameaçada, a proibição reaparece como uma solução rápida. Na verdade, a censura digital, nos dias de hoje, é uma espécie de penso rápido numa fratura exposta. Estamos a falar de um reflexo clássico, no qual perante o medo, corta-se, bloqueia-se, silencia-se ou proíbe-se. Hoje, esse impulso manifesta-se de forma particularmente visível na relação com a infância, os jovens, a escola e a tecnologia. Assusta-nos a velocidade do digital e o forte impacto das redes sociais na vida de jovens. Assusta-nos também a dificuldade em acompanhar o que os mais novos fazem online e o modo como interagem com a IA. Em vez de enfrentarmos a complexidade do problema, escolhemos frequentemente o atalho mais simples: proibir. O problema é que esse atalho raramente educa, limita-se a encobrir o problema, deixando-o aparentemente resolvido num único espaço ou tempo, mas nunca a longo prazo ou noutros contextos. Veja-se o exemplo da proibição do uso de telemóveis nas escolas, que poderia resolver um problema educativo, mas não resolve o problema do cidadão, basta este sair da escola e em casa não ter qualquer supervisão ou continuidade das medidas. Um outro exemplo desse equívoco é a recente proibição do acesso às redes sociais a menores de 16 anos na Austrália. Poucos dias após a aprovação desta medida, foi notícia que os sistemas de verificação de idade aceitaram a fotografia de um cão Golden Retrievier como prova de maioridade, ou os próprios pais a criarem contas em seu nome para que os filhos continuassem a aceder às plataformas sociais online. O resultado não foi maior segurança, mas a criação de “clandestinos digitais”, jovens que aprendem, desde cedo, que as regras existem para ser contornadas, muitas vezes com a cumplicidade dos adultos. É imperativo mudar o paradigma, proteger as nossas crianças e jovens adultos de que o exagero e absurdo das redes sociais não se resolve com um "botão de desligar" imposto por decreto. Do ponto de vista da mensagem pedagógica, o que aqui se transmite é devastador, ou seja, não se aprende a agir com responsabilidade, aprende-se a ludibriar o sistema.
Proibir cria o efeito do fruto proibido, aumenta o desejo, incentiva a transgressão e empurra os comportamentos para espaços menos visíveis e menos seguros. Educar é mais difícil, exige tempo, formação, coerência e responsabilidade partilhada entre escola, família e sociedade. Mas é a única via que constrói cidadãos livres, críticos e capazes de escolher. A escola continua a ser o último reduto de lucidez num mundo cada vez mais extremo nas opiniões e pobre em reflexão. Cabe-lhe ensinar a pensar antes de ensinar a obedecer, a questionar antes de aceitar, a usar antes de proibir. As políticas educativas baseadas no medo podem dar uma sensação momentânea de controlo, mas deixam os jovens desarmados quando saem dos muros da escola e mergulham, sozinhos, num oceano digital para o qual nunca aprenderam a nadar.
Proibir a IA pode parecer uma escolha corajosa. Na verdade, é muitas vezes um ato de desistência pedagógica. Educar para o uso crítico da IA é mais difícil, mais lento e mais exigente, mas é o único caminho coerente com a missão humanista da educação. Se por um lado não queremos zombies digitais, por outro, também não queremos estudantes desarmados perante o mundo real. Queremos cidadãos capazes de pensar com tecnologia, sobre tecnologia e, quando necessário, contra a tecnologia.
Porque humanizar a educação não é recusar o futuro é ensinar a habitá-lo com consciência, ética e pensamento crítico.


Nota: Este manifesto poderá ser assinado na resposta dos comentários deste post com o nome completo e a instituição em que trabalha


Marco Bento
Professor na Escola Superior de Educação de Coimbra, investigador no Centro de Investigação e Inovação em Educação (InED ESE-IPP), coordenador do Projeto SUPERTABi Maia, consultor em Educação

José Alberto Lencastre
Professor Associado no Instituto de Educação da Universidade do Minho
Investigador no Centro de Investigação em Educação (CIEd) e no Centro ALGORITMI
Membro do Laboratório Associado de Sistemas Inteligentes (LASI)
Membro do Centro IDEA-UMinho - Centro de Inovação e Desenvolvimento do Ensino e da Aprendizagem
Membro do Consórcio EPIC - Excelência Pedagógica e Inovação em Cocriação


segunda-feira, 7 de abril de 2025

Podcast Sala dos Professores by Intuitivo "As VANTAGENS da avaliação digital com o Professor Carlos Nunes #5"

Podcast Sala dos Professores by Intuitivo "As VANTAGENS da avaliação digital com o Professor Carlos Nunes #5"

Neste 5º episódio, estivemos à conversa com o Professor Carlos Nunes, que nos falou sobre os benefícios da avaliação digital. Ao contrário do que muitos pensam, não se trata apenas de desvantagens — pelo contrário, pode ser uma ferramenta muito útil e vantajosa no dia a dia da comunidade escolar.
Podem ouvir os episódios anteriores em

Podcast Sala dos Professores by Intuitivo "A disciplina de história na PRÁTICA com a Professora Branca Pereira #4"

Podcast Sala dos Professores by Intuitivo "A disciplina de história na PRÁTICA com a Professora Branca Pereira #4"

Neste 4º episódio, estivemos à conversa com a Professora Branca Pereira, onde partilhou connosco a sua visão e dinâmica ao utilizar a Intuitivo na disciplina de História.

Podcast Sala dos Professores by Intuitivo "Partilha de cenários de APRENDIZAGEM com a INTUITIVO, com a Professora Sofia Damiana #3"

Podcast Sala dos Professores by Intuitivo "Partilha de cenários de APRENDIZAGEM com a INTUITIVO, com a Professora Sofia Damiana #3"


Neste 3º episódio, estivemos à conversa com a Global Teacher Prize Portugal 2024, a professora Sofia Damiana. Uma conversa inspiradora onde partilhou conosco os seus cenários de aprendizagem com a Intuitivo, e não só.

Podcast Sala dos Professores by Intuitivo "A fã nº1 da INTUITIVO com a Professora Sandra Figueiredo #2"

Podcast Sala dos Professores by Intuitivo "A fã nº1 da INTUITIVO com a Professora Sandra Figueiredo #2"

Neste 2º episódio, tivemos uma conversa informal e emocionante com a Professora Sandra Figueiredo, a nossa primeira utilizadora e fã número 1 da Intuitivo.

O Podcast "Sala dos Professores" da Intuitivo foi criado com o objetivo de trabalhar e debater a avaliação na educação em Portugal.
Teremos convidados como professores, diretores, formadores e investigadores, que trabalham toda a questão da avaliação na educação, para passarem os seus conhecimentos e, certamente, darem preciosas ajudas e contributos sobre o presente e o futuro deste tema.

Podcast Sala dos Professores by Intuitivo "A missão da INTUITIVO com João Guimarães e Henrique Rocha #1"

Podcast Sala dos Professores by Intuitivo "A missão da INTUITIVO com João Guimarães e Henrique Rocha #1"


O podcast "Sala dos Professores", da Intuitivo, nasce com o objetivo de refletir e debater o tema da avaliação na educação em Portugal.
Contaremos com a participação de professores, diretores, formadores e investigadores que se dedicam à área da avaliação, partilhando os seus conhecimentos e contribuindo com reflexões valiosas sobre o presente e o futuro deste tema essencial.

Neste 1º episódio convidamos-lhe a conhecer melhor a Intuitivo e as pessoas que levam esta plataforma a tantas escolas, professores e alunos de todo o país.

Podcast Sebenta Digital T2 | E3: O Impacto das Migrações no Sistema Educativo em Portugal

Podcast Sebenta Digital T2 | E3: O Impacto das Migrações no Sistema Educativo em Portugal


✅ T2 | E3: O Impacto das Migrações no Sistema Educativo em Portugal

Neste episódio do Sebenta Digital by BCN, vamos explorar a forma como as migrações influenciam o sistema educativo em Portugal. Como é que as escolas lidam com a diversidade cultural e linguística? Que desafios e oportunidades surgem para professores e alunos? Para nos ajudar a refletir sobre estas questões, contamos com a participação especial do Professor Pedro Góis, especialista em migrações, e do nosso orador residente, Professor Marco Bento.

🎬 A gravação deste episódio teve um cenário especial! Agradecemos ao Colégio Novo de Coimbra por nos ter recebido tão bem e, em especial, à Dra. Beatriz Santos, diretora pedagógica, pela sua hospitalidade e apoio. Um enorme obrigado também ao departamento de comunicação do colégio pela ajuda na gravação e montagem do cenário – ficou espetacular!

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