sexta-feira, 23 de abril de 2021

Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor

A UNESCO criou a data do "Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor" para encorajar as pessoas a descobrirem o prazer da leitura, e conhecerem a enorme contribuição dos autores de livros através dos séculos.

Uma tradição catalã ligada aos livros já existia no dia 23 de abril, e parece ter influenciado a escolha da UNESCO. Na tradição catalã, no dia de São Jorge (23 de abril), é costume oferecer uma rosa para quem comprar um livro. Trocar flores por livros já se tornou tradição noutros países também.

Origem do Dia Mundial do Livro

A UNESCO escolheu a data do Dia Mundial do Livro em 1995, em Paris, durante o XXVIII Congresso Geral.

O dia 23 de abril foi escolhido por ser a data da morte de três grandes escritores da história: William Shakespeare, Miguel de Cervantes, e Inca Garcilaso de la Vega.

Sugestões de Atividades para o Dia Mundial do Livro:
1. Escreva uma história em grupo;
2. Leia um livro em voz alta;
3. Incentive as crianças a lerem versões infantis dos grandes clássicos da literatura;
4. Aproveite a oportunidade para contar a história dos grandes escritores do mundo;
5. Aproveite para conhecer os clássicos da literatura;
6. Visite uma biblioteca;



Ambientes Educativos Inovadores e Competências dos Estudantes para o Séc. XXI



Apresentação realizada nas III Jornadas Pedagógicas do Colégio Militar, em Lisboa, num painel moderado pelo Professor Carlos Cunha e com a companhia da Professora Neuza Pedro.

Apresentação disponível em:

quinta-feira, 22 de abril de 2021

Apresentação GEG SUPERTABi Portugal e "Sense of Peace"

Sábado, 21:30, em direto do Canal do Youtube GEG SUPERTABi


  • Apresentação do GEG SUPERTABi Portugal
  • Lançamento da campanha solidária
  • Apresentação do Álbum de estreia de Zé Tó Lemos "Sense of Peace"

Podem interagir, colocar dúvidas e participar!







sexta-feira, 16 de abril de 2021

Recuperar aprendizagens perdidas: parte 793 (irra que até chateia)

Os últimos dias têm sido profícuos em testemunhos de muitas pessoas com maior ou menor relevo, mas que com os seus soundbites vão deixando marca social sobre uma ideia, que depois de repetida várias vezes, começa a sentir-se verdadeira, mesmo sendo, totalmente, falsa. 

O que discutimos, hoje, é a possibilidade de se recuperarem as aprendizagens, como se de uma demanda em busca de algo perdido se tratasse. Assim, falar em recuperação de aprendizagens é falar na desvalorização de todo o trabalho realizado por alunos, professores e famílias, e repetirmos a mesma ideia pelo segundo ano letivo consecutivo, como se adicionando escolas de verão, iniciar a 1 de setembro, aumentando o tempo resultasse na qualidade do mesmo.

Precisamos saber melhor o funcionamento da Escola, para compreender que é de todo impossível concretizar uma ideia absurda destas, mas também é preciso conhecer o aluno, a criança e as suas especificidades cognitivas, físicas e comportamentais, que não estão ao alcance de todos, por isso, existem especialistas nestas áreas: os professores! Alguém lhes perguntou a opinião? Sabem-na? Pois, nesse dia, a tal recuperação das aprendizagens levava outro caminho ou seguia "o" caminho. 

Continuaremos a alertar para um desenho de Escola a longo termo, num acordo nacional educativo, que pense a “Escola” como um investimento e não um custo, auscultando em primeiro lugar os seus pedagogos (professores) para um desenvolvimento efetivo de Escola.

Lembrem-se que os alunos não perderam nada, todos ganharam, mas a lógica de se olhar para a aprendizagem como se de encher um balde se tratasse... esquecendo que os alunos aprenderam a levar esse balde com diferentes conteúdos, a transportá-lo por si, a serem autónomos no que podem fazer com ele, a perceber que nem todos precisam de um balde... os alunos não estiveram numa câmara frigorífica "congelados"... será que dá para perceber isso? Uma criança antes de chegar à "Escola" aprendeu a andar, a comer, a falar,... estamos sempre em processos de aprendizagem... quer dizer quase todos, pelos vistos!!!














segunda-feira, 5 de abril de 2021

Em busca das aprendizagens perdidas

Não sei se será mais uma sequela do Indiana Jones ou a demanda dos Cruzados na época medieval... mas, voltamos a sentir nesta altura um ligeiro sentimento a filme já antes visto... "Em busca das aprendizagens perdidas".

"Voltar à escola física, neste 3.º período, resultará, em muitas salas de aula, na enorme ansiedade de se fazerem testes de avaliação no sentido de validar o que não se acredita como válido no online, mesmo reconhecendo todo o esforço tido durante o mesmo. (...) Assim, falar em recuperação de aprendizagens é falar na desvalorização de todo o trabalho realizado por alunos, professores e famílias, e repetirmos a mesma ideia pelo segundo ano letivo consecutivo."

Pois recuperar as aprendizagens é repensar a Escola na sua estrutura, como por exemplo:
  1. - Investimento na valorização dos professores
  2. - Investimento nos processos de formação e desenvolvimento profissional ao longo da vida, com uma melhor qualificação pedagógica na formação contínua e repensar os modelos de formação existentes
  3. - Investimento e reformulação da formação inicial de professores
  4. - Repensar o processo de avaliação docente, na necessidade de valorizar os docentes que levam a profissão a um estádio de eficiência e valor mais alto e mais longe
  5. - Realizar aferições internas (como é que não se poderiam não fazer?) e não uma avaliação classificativa de aprendizagens, personalizada a cada contexto
  6. - Desenvolver planos personalizados de ação, em que se definam os conteúdos ou os conceitos estruturantes de aprendizagem em cada área disciplinar
  7. - Encurtar os currículos obesos, pensando sempre em competências de aprendizagem
  8. - Apostar nos apoios educativos, criando a figura dos mentores e tutores, que podem assumir par pedagógico com os titulares de turma, para criar um guia personalizado para o aluno com base no diagnóstico anterior
  9. - Reduzir os alunos por turma, neste momento as turmas têm demasiados alunos que não permitem aos professores diferenciar da melhor forma as suas estratégias, com ou sem pandemia-
  10. - Recusar assumir o aumento de tempos ou dias letivos, uma vez que a quantidade não é sinónimo de qualidade
  11. - Desburocratização da escola, pois são demasiadas as tarefas de secretaria entregues aos professores, retirando-lhes o tempo para preparar pedagogia de qualidade
  12. - Terminar com as turmas de multinível no 1.º ciclo do ensino básico
  13. - Criar experiências culturais e artísticas interligadas com literacia e numeracia (resultado da ausência de cultura e a constante desvalorização curricular das expressões)
  14. - Garantir espaços temporais de criatividade e ludicidade na aprendizagem (não podemos pedir a um aluno para ser criativo e não lhe garantir o máximo de experiências possíveis)
  15. - Modernizar as redes de internet das escolas, garantindo uma rede de internet que fortaleça os modelos híbridos de aprendizagem
  16. - Não podemos abandonar os percursos digitais que se fizeram até ao momento, pois agora podem ser potenciados presencialmente
  17. - Auscultar os verdadeiros pedagogos (professores) para um desenvolvimento efetivo de escola




Olhares Pedagógicos sobre... avaliação

É preciso tomar consciência do trabalho realizado durante o 2. Período ou abandonar as dúvidas sobre a avaliação online.

Crónica de sexta-feira, 2 abril 2021, no Jornal Maia Hoje. "Olhares Pedagógicos sobre... avaliação"


 Pode ser uma imagem de Marco Bento e texto que diz "10 Olhares Pedagógicos sobre... Avaliação BENTO alica D outu das «gualau risco Investi quem mente www.marcobento.com"

sábado, 3 de abril de 2021

Comunicado GEG SUPERTABi Portugal

No dia 12 de setembro de 2020, no V Encontro Internacional sobre Inovação Pedagógica SUPERTABi, tivemos a colaboração da Google For Education e fomos convidados a criar um Grupo de Educadores Google em Portugal (GEG), conforme vários de vós puderam testemunhar em direto.

Foi com enorme honra que aceitámos o convite e desde essa data temos vindo a encetar o desenho e formulação desta comunidade, com a proposta de atividades, apoios e suporte aos professores portugueses. Construímos uma equipa nuclear e articulámos com vários outros colegas portugueses e outros GEG Internacionais para sistematizarmos a nossa ação e assim partilharmos e aprendermos uns com os outros.
Abraçámos este novo projeto com o objetivo de criar e dinamizar um espaço de reflexão aberto e unificado com a prática pedagógica dos professores portugueses, suportada por metodologias ativas e comunicação na nuvem. Para tal, criámos o nosso website e a nossa presença nas redes sociais. Foi extremamente válido, para nós, o reconhecimento por parte da Google For Education, da qualidade da comunidade prática e da rede de professores SUPERTABi, agora com o apoio e suporte oficial por parte da Google.
Além disso, toda a equipa, Leader e Co-Leaders desta comunidade GEG SUPERTABi Portugal está ligada à 1.ª e única Reference School Google For Education, em Portugal, o Colégio Santa Eulália.
A nossa visão tem o compromisso, não só pelo uso de ferramentas digitais, mas, sobretudo, pelo desafio pedagógico do uso das mesmas em ambientes físicos e virtuais.

A equipa GEG SUPERTABi Portugal

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