quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

PhET Interactive Simulations

PhET Interactive Simulations

Simulações Interativas para Ciências (Física, Química, Ciências naturais, Biologia) e Matemática.

Recursos para o Ensino e atividades. Os professores têm acesso a dicas para simuladores específicos e vídeos, recursos para o ensino com simulações e atividades partilhadas pela comunidade de professores PHET COLORADO.

O projeto PhET está a trabalhar afincadamente para aumentar a acessibilidade das simulações. Saiba mais sobre a este projeto e explore os protótipos de simulação acessíveis indicados abaixo.

https://phet.colorado.edu/pt/

Simulações Física ver mais

Simulações Química ver mais

Simulações Matemática ver mais

Simulações Ciências ver mais

Simulações Biologia ver mais




sexta-feira, 13 de novembro de 2020

eBook "Inovar de onde estiver: Um guia de atividades para a aprendizagem a distância"

 A Google For Education junto com os autores Daiane Grassi e Eduardo Isaia Filho lançou um guia com 15 atividades para a aprendizagem a distância com a utilização de ferramentas Google.

Poderá Descarregar aqui



O primeiro dia de aulas com o Google Classroom - ver aqui 

Estratégias Pedagógicas para a Sala de Aula Online - ver aqui

Pode conhecer mais vídeos em - ver aqui




terça-feira, 3 de novembro de 2020

Google Arts & Culture

E se de repente pudéssemos, sem sair de casa, visitar todos os museus do mundo? Todos os tipos de cultura a um pequeno clique? Conhecer espaços e história fidedigna?

Poder estar no Palácio de Versailles, na cápsula Apolo 11, no Museu Van Gogh, em Amesterdão,... entre outros milhares de espaços culturais de todo o mundo... 

Podemos ainda conhecer personagens e eventos históricos, movimentos artísticos, exposições permanentes e outras temporárias...

Google Arts & Culture - Apps on Google Play

Sim, é possível, através do Google Arts & Culture...

https://artsandculture.google.com

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Como é a aprendizagem na tua sala de aula?

Como é a aprendizagem na tua sala de aula? 

Ao invés de fornecer caminhos pré-determinados através de tópicos, estruture como aprender, estruture como colaborar e estruture como ser produtivo.

Dê um tópico ou conteúdo a um aluno, para que ele numa semana pesquise, percecione, estruture, veja, leia, e ensine-o a pesquisar, a percecionar, a ver, a ler e a aprender... o resultado de um trabalho feito pelo aluno, é que ele compreende a sua necessidade, faz o seu caminho e pegará nesse conteúdo com o qual interagiu e o adaptará para o resto da vida.

sábado, 31 de outubro de 2020

Será mesmo assim? 'Geração digital': pela 1ª vez, filhos têm QI inferior ao dos pais"

https://www.bbc.com/portuguese/geral-54736513 - 'Geração digital': pela 1ª vez, filhos têm QI inferior ao dos pais"

Vamos lá começar a desmanchar esta notícia... ou lá vai voltar a cair em cima da Escola... outra vez... em cima do Digital e na sua diabolização... outra vez... analisemos!

Ao ler todo o texto e as conclusões do especialista, que há muito vamos sabendo pela interpretação de outros estudos, pecebemos que as causas desta situação estão claramente identificadas: “Diminuição da qualidade e quantidade das interações familiares, diminuição do tempo despendido em outras atividades enriquecedoras (trabalhos de casa, música, arte, leitura, etc.), interrupção do sono , superestimulação da atenção, subestimulação intelectual e um estilo de vida excessivamente sedentário”.

Ora, antes de se apontarem baterias à escola (fosse esta escola assim tão digital...) não têm as causas, diretamente, que ver com com atividades em contexto educativo, MAS sim, com uma não responsabilização das famílias e na falta de controlo, conhecimento e estimulação de outras atividades lúdicas e interativas, que coloquem as crianças em atividades paralelas, que não só o digital. Ou seja, denota-se que as famílias, nos seus ambientes de casa, estão sem regras e são estas que permitem uma utilização abusiva, aí sem "legislação parental"... e aí... precisamos de uma escola parental! Até porque, precisamos perceber que os adultos, pais, não ilustram da melhor forma um comportamento com o digital... sendo exemplos...

"Com um martelo podemos construir uma casa ou magoar um dedo... quem o utiliza são as pessoas..."

A diabolização do digital é sempre muito mais fácil do que as atitudes das pessoas com esse digital!

Crianças e jovens com telas

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Pineco - Jogos Educativos Digitais

Jogos Educativos Digitais Gratuitos para alunos dos 6 aos 13 anos

https://prored.educatic.info/pineco/

O que poderá ser mais motivador para uma criança do que aprender brincando, sobretudo, se puder utilizar um dispositivo móvel? Com a massificação dos dispositivos móveis (tablets e smartphones), abriram-se portas para as aplicações (apps) com conteúdos educativos. Esta nova realidade traz novos desafios aos agentes educativos, pais, encarregados de educação e docentes. Um dos segredos para o sucesso, além da motivação que constitui para a criança trabalhar com este tipo de dispositivos, radica no facto das aplicações contribuírem com uma forte componente lúdica para algumas atividades educativas que, até ao momento, estavam exclusivamente destinadas ao papel.

O objetivo fulcral do projeto ProRed (produção de recursos educativos digitais) é desenvolver e colocar à disposição dos agentes educativos (pais, encarregados de educação e docentes) recursos educativos que sirvam de suporte ao processo de ensino e aprendizagem, assente numa estratégia de inovação e qualidade de difusão de conhecimento.

ProRed obedecerá às orientações curriculares propostas pelo Ministério de Educação para a Educação Pré-Escolar, 1.º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico. O projeto nas abordagens que apresenta, em momento algum, pretende esgotar-se em si mesmo, pelo contrário, é um projeto que pretende reunir recursos educativos digitais, onde os docentes, pais, encarregados de educação e demais interessados se podem apoiar nas suas estratégias/ atividades educativas.

O Pineco é uma aplicação educativa, gratuita, desenvolvida pelo Gabinete de Modernização das Tecnologias Educativas, da Direção Regional de Educação que ajudará os mais novos a aprender os conteúdos de diversas disciplinas, de uma forma lúdica! Esta aplicação, desenvolvida a pensar, essencialmente, nas necessidades dos alunos do 1.º ciclo, conta com questões de Português, de Matemática, de Estudo do Meio e de Segurança na Internet (1.º, 2.º e 3.º CEB) com níveis de dificuldade distintos. O jogo educativo multiplataforma, desenvolvido por professores e especialistas na área, tem como objetivos estimular capacidades cognitivas das crianças, como a habilidade manual, capacidade de concentração, memória, leitura e capacidade verbal; e oferecer experiências mais enriquecedoras e de acordo com os tempos em que vivemos.


Objetivos

  • Desenvolver recursos educativos, em formato digital, que sirvam de suporte ao processo de ensino e aprendizagem e investigação, assente numa estratégia de inovação e qualidade de difusão do conhecimento
  • Promover o acesso a recursos de informação de caráter educativo a docentes, pais, encarregados de educação e demais interessados
  • Proporcionar a utilização de uma ferramenta de consulta, de exploração e de consolidação de conteúdos programáticos com uma vertente lúdica e pedagógica
  • Proporcionar um ambiente de aprendizagem informal
  • Permitir o desenvolvimento de competências e assimilação de conhecimento

terça-feira, 27 de outubro de 2020

Lideranças tóxicas

Num texto de 2011 e, infelizmente, ainda tão atual!


"Como se sabe, há vários conceitos, tipos e perfis de liderança. Nas organizações escolares é relativamente consensual a vantagem da existência de uma liderança transformacional, servidora e inspiradora, que combata a ameaça da balcanização, da desconexão, da articulação débil e as múltiplas forças centrífugas.

Mas nas escolas também podem existir lideranças tóxicas. As lideranças tóxicas podem seguir o seguinte padrão:

i) Centralizam o poder e afirmam-no de várias formas e feitios;

ii) Veem o poder como um fim e não como um meio de criar condições de inovação e mudança;

iii)) Reservam e controlam a informação para saberem mais do que os outros;

iv) Desconfiam das capacidades dos membros da organização e não perdem oportunidades para o evidenciar;

v) Preservam as distâncias e cultivam o cerimonial da subserviência;

vi) Constroem dispositivos de controlo sobre rumores e boatos organizacionais;

vii) Instituem formas tendencialmente vassálicas de relação;

viii) Fundamentam o poder na autoridade legal, com o argumento eu é que sou o diretor;

ix) São permeáveis à prepotência e ao amiguismo, destruindo qualquer hipótese de construção de comunidades educativas;

x) Cumprem as orientações superiores, desvalorizando a legitimidade democrática que as colocou nesse lugar;

xi) Têm dificuldade de escuta, não constroem laços, envenenam relações, semeiam a discórdia.

xii) Ameaçam com a denúncia à tutela ou à inspeção, sempre que alguém pensa e exerce o seu poder de fazer e mobilizar os outros;

xiii) Atemorizam os inovadores para continuarem a prosperar na velha ordem.

As organizações educativas que têm a desgraça de serem “governadas” por este perfil de liderança possuem dificuldades acrescidas de cumprirem bem a sua missão. Resta a esperança de serem poucas. E de o conselho geral não estar refém deste modo de agir."


Texto de José Matias Alves (outubro de 2011) in https://correiodaeducacao.asa.pt/205917.html

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Contágio COVID 19 numa sala de reunião, num bar e numa sala de aula

O Covid-19 espalha-se pelo ar, especialmente em ambientes fechados. Não é tão infeccioso quanto o sarampo, mas os cientistas já reconhecem abertamente o papel que o contágio por aerossóis desempenha na pandemia, ou seja, as minúsculas partículas contagiosas que uma pessoa exala e permanece suspensa no ar e, especialmente, em ambientes fechados. Como funciona esse modo de contágio? E, acima de tudo, como podemos enfrentá-lo?

Neste momento, as autoridades sanitárias reconhecem três formas de contágio do covid-19. As gotas que o infetado expele ao falar ou tossir, que vão parar nos olhos, boca ou nariz da pessoa infetada. Superfícies contaminadas, embora os Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA indiquem que este caso é o menos provável e o Centro Europeu para Prevenção e Controle de Doenças avisa que nenhum contágio foi descrito dessa forma. E, por fim, infeção por aerossóis, quando se respira essas partículas infecciosas invisíveis que o doente exala e que se comportam como fumo ao sair da boca. Sem ventilação, eles permanecem suspensos e se condensam na sala com o passar do tempo.

Neste exemplo ficam diferentes espaços fechados e em todos percebemos que o uso de máscara com ventilação reduz drasticamente o contágio.

O Exemplo da sala de aula com 24 alunos reflete que se passassem duas horas em aula com um professor doente, sem tomar medidas contra aerossóis, a probabilidade de contágio chegaria a 12 alunos.


Se todos usassem máscaras, apenas 5 poderiam obtê-la. Em surtos reais, observou-se que a distribuição dos contágios é aleatória, uma vez que os aerossóis se acumulam e se distribuem pela sala sem ventilação.


Se também for ventilado durante a aula (natural ou mecanicamente) e parar após uma hora para renovar completamente o ar, o risco diminui para 1 contágio.



O documento e estudo completo em espanhol no LINK

terça-feira, 20 de outubro de 2020

#15: O Papel da Tecnologia na Educação de Infância com: Marco Bento

No 15º episódio do podcast "Conversas Pedagógicas" estivemos à conversa com o Marco Bento sobre o papel da tecnologia na educação de infância.
Conversas pedagógicas a convite da Vanessa Biléu da ChildDiary




Aprendizagem ubíqua: o exemplo do Projeto SUPERTABi a.C (antes do covid) e d.C (durante o covid)

É com uma grande honra que estarei, amanhã, às 14.30 hora do Brasil, 18.30 na hora de Portugal, a apresentar a comunicação "Aprendizagem ubíqua: o exemplo do Projeto SUPERTABi a.C (antes do covid) e d.C (durante o covid)", no II Simpósio Internacional e V Nacional de Tecnologias Digitais na Educação – V – SNTDE 2020, promovido pelo Grupo de Estudos e Pesquisas Sobre Tecnologias Digitais na Educação – GEP - TDE da Universidade Federal do Maranhão - UFMA, Brasil.

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Porquê aprender a programar? - cursos para crianças e jovens

Happy Code - Cursos de Programação e Robótica para crianças e jovens!

Inscrição aqui:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe22WZBhMHnEzgHsydkII6_HgnyeT2mpH9BvTEnIcmBt4sTxw/viewform

(Maia e Póvoa de Varzim)

Porquê aprender a programar?

A aprendizagem de programação permite o desenvolvimento de competências fundamentais no mundo contemporâneo, preparando os alunos para os desafios da era digital. 

Formar as crianças e jovens em competências transversais é a chave.

Aliando inovação ao conceito global STEAM – Ciências (Science), Tecnologia (Technology), Engenharia (Engineering), Artes (Arts) e Matemática (Math), a Happy Code desenvolve as Competências do Século 21 numa parceria com o Projeto SUPERTABi.

Temos Cursos para diferentes idades e gostos, permitindo real progressão ao longo do tempo.

Pode optar pelo formato ONLINE ou Presencial, onde seguimos todas as orientações da DGS.



quinta-feira, 15 de outubro de 2020

A sandes e as duas faces da moeda furada

Ainda sobre a polémica suspensão do aluno do caso das "sandes" e do "lanche".

Ponto prévio 1: O aluno errou, cometeu irresponsabilidades nos dias de hoje, que a nossa sociedade não tolera, e sabemos que o fez repetidamente com comportamentos pouco abonatórios a seu favor.

Ponto Prévio 2: O Encarregado de Educação ao saber os reais motivos dessa suspensão, também não teve a honestidade inteletual e comportamental, e aproveitou para se vitimizar junto com o aluno e restantes colegas.

Ponto Prévio 3: Uma notícia tem sempre duas faces, tem sempre direito ao contraditório, admitindo desde já que a partir do momento que sabemos que aquela medida disciplinar sancionatório é verdadeira, a justificação poderia atenuar, mas é sempre, e de todo, incompreensível aquele texto, o motivo que está escrito "a partilha de lanche com os colegas".

Assim, tendo o caso as duas faces de uma moeda, temos o problema de ver uma moeda furada... Ora, são os motivos apresentados que não justificam a medida, desde logo, ao mencionar a partilha de um lanche como o motivo, indignaria qualquer um. Assim, o documento que nos chegou a público, até por precaução da escola, deveria ter sido escrito com outro rigor, apelando e justificando os reais motivos da suspensão, de foro disciplinar.

A escola tem a responsabilidade e deveria ter tido a cautela de se proteger e redigir algo que não a comprometesse da forma que se propagou.

Se havia comentário a fazer para justificar um ou três dias de aulas de suspensão, que não fosse o lanche e a sandes, então que esse argumento fosse mais refletido e reforçado, porque o texto que chegou ao Encarregado de Educação, não serve, a fundamentação teria que ter sido outra. E para quem, hoje, como todos nós sabemos, que houve má intensão na publicação do Encarregado de Educação, o que surge lá escrito, só reforça o que, naturalmente, o mesmo pretendeu... 

Assim, mantenho a minha opinião de que houve uma enorme falta de bom senso e ética por parte das duas partes, sendo que uma escola tem poderes e tem responsabilidades, não podendo tratar-se um assunto de forma leviana, e ter justificado a decisão de forma ainda mais leve... é importante realçar que a atitude dos alunos e dos pais é reprovável, no atual contexto, por outro lado, a Escola enquanto instituição educativa tem o dever de contribuir para essa Educação e não dar argumentos para ser menosprezada.

Além disso, não deixa de ser curioso, que de repente parece que não podemos referir sobre a escola e esta decisão como sendo de uma formulação incorreta, as ofensas perante isso, dão a sensação de que não podemos dizer que "o rei vai nu"... mas vai!

E o rei vai tal maneira nu, que os comentários publicados nos jornais logo a seguir, acabam, por um lado, justificar a decisão (poderia estar na missiva... porque não?), por outro deixam às claras a forma como se estão a gerir escolas com o álibi do COVID... o autoritarismo expande-se pela sociedade a olhos vistos... a dada altura é referido que "o cumprimento de simples regras de higiene e distanciamento são o que pedimos à geração do seu filho"... quando pensávamos que a esta geração pedíamos trabalho colaborativo, pensamento crítico, autonomia, comunicação,... mas se cumprir regras de distanciamento, já será um mal menor, e certamente, que este não voltará a reprovar!!!

Que a escola está doente... pior que a pandemia, isso está... e é preciso que, não por cooperativismos, mas se manifeste de forma clara o que se vai passando... esta democracia, onde daqui a pouco somos obrigados a ter um smartphone com uma app instalada... está com uns laivos de outros tempos e de outras culturas!

Peço desculpa, mas aqui a moeda está claramente furada!

quarta-feira, 14 de outubro de 2020

O bom senso e a falta dele: a nova pandemia

Apurando a veracidade desta medida, percebemos que reina uma falta de bom senso nas nossas escolas e em algumas pessoas que as dirigem, que a torna mais assustadora do que qualquer pandemia...

É inacreditável que de uma partilha sentida de um lanche, nasça uma sanção desta natureza... depois dizem que a sociedade não tem valores!

Quando se discute a cidadania nas escolas... eis que voltam a ser os adultos a surpreenderem com gestos e soluções de uma verdadeira sociedade "democrática"

 

terça-feira, 13 de outubro de 2020

14.º Episódio das Conversas Pedagógicas

A convite da Vanessa Biléu da ChildDiary, estarei presente nas conversas pedagógicas... 

Este 14º episódio das "Conversas Pedagógicas" não é apenas para educadores...este interessará, certamente, também aos pais!

Estão todos CONVIDADOS!!!! 😃

Uma conversa sobre os prós e contras das tecnologias, internet e afins dentro das instituições, dentro das nossas casas e nas relações nomeadamente escola-família!

QUINTA-FEIRA ÀS 21H30! 

Ecrãs com crianças: sim ou não?

Tecnologia em salas de creche & pré-escolar: sim ou não?

Gamificação da aprendizagem?

Tecnologia: recurso do futuro ou mais do que um recurso de aprendizagem presente?

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Dia do Professor 2020

O Dia Mundial do Professor celebra-se anualmente no dia 5 de outubro, em Portugal junto com uma outra data bastante importante, a implantação da República,

A data foi criada pela UNESCO em 1994 com o objetivo de chamar atenção para o papel fundamental dos professores na sociedade e na instrução da população, hoje, esse papel ganha um novo fôlego e um novo papel!
Que este dia seja apenas mais um para homenagear todos os que contribuem para o ensino e para a educação da sociedade.
Este dia promove todos aqueles que escolheram o ensino como forma de vida e que dedicam o seu dia-a-dia a ensinar, crianças, jovens e adultos. A mensagem do Dia Mundial do Professor está na dignidade e na importância do professor na sociedade, como construtor de pessoas.

O V Encontro SUPERTABi 2020 foi dedicado a todos os professores que passam e passaram por momentos de verdadeira (re)significação profissional...
Este poema é dedicado a todos aqueles que foram, são e serão PROFESSORES.



quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Dia Mundial da Música

O Dia Mundial da Música comemora-se anualmente a 1 de outubro.

A data foi instituída em 1975 pelo International Music Council, uma instituição fundada em 1949 pela UNESCO, que agrega vários organismos e individualidades do mundo da música. Os objetivos do Dia Mundial da Música: - Promover a arte musical em todos os setores da sociedade; - Divulgar a diversidade musical; - Aplicação dos ideais da UNESCO, como a paz e amizade entre as pessoas, a evolução das culturas e a troca de experiências. - Neste dia decorrem vários concertos em todo o país, de forma a celebrar o - Dia Mundial da Música. Muitos destes concertos são de entrada livre. Este é também o dia ideal para comprar discos e instrumentos musicais, uma vez que várias lojas apresentam descontos em artigos de música. A música é uma forma de arte adorada por milhões de pessoas espalhadas pelo mundo, fazendo parte do quotidiano. A música é até uma forma de unir as pessoas do mundo e é considerada como um alimento para a alma. O SUPERTABi presta essa homenagem com o Quarteto Vita Música, que atuou durante o Encontro



terça-feira, 29 de setembro de 2020

V Encontro SUPERTABi - sessão de 26 setembro

V Encontro SUPERTABi - sessão de 26 setembro


Fernando Franco, ERTE - Direção Geral de Educação


Luís Pedro, Universidade de Aveiro

"Gamificação e competências transversais: cruzamentos e desafios" 


José Alberto Lencastre, Universidade do Minho


Ana Leite Faria, performance saxofone


Sofia Gonçalves e Jorge Bastos, Associação Tempos Brilhantes

"Educar em e para a comunidade. O desafio deste século"


​João Pedro Borges, DreamShaper

“Aprendizagem Baseada em Projeto: Como atribuir aos alunos maior responsabilidade no seu processo de aprendizagem?”


​Sessão de Encerramento

Marco Bento, Coordenador do V Encontro SUPERTABi 2020


Poderá assistir à emissão completa em:







quarta-feira, 23 de setembro de 2020

V Encontro SUPERTABi - sessão de 19 setembro

 V Encontro SUPERTABi - sessão de 19 setembro


Leandro Almeida, Universidade do Minho


​María Consuelo Sáiz, Universidad de Burgos, Espanha

"Self-regulated Learning in SmartArt: una propuesta de innovación docente en la sociedad del Siglo XXI"


Isabel Cabo, AE Latino Coelho


Plataforma do Pandemónio (Marta Moreira), PANDEMONIUM em Performance


Teresa Vendeirinho, Steelcase Education Innovative Spaces for Education

"Preparados para o regresso? E agora?"


​Marco Neves, Agrupamento de Escolas da Batalha

"Os desafios da Educação na era da IA"


​Paulo Correia, Agrupamento de Escolas de Alcácer do Sal 

"Produções e registos dos alunos mediados por tecnologia"


​Teresa Sampainho, AE de Alcanena / Professora #Estudo em Casa


​Susana Almeida, AE de Fernando Casimiro Pereira da Silva / Professora #Estudo em Casa


Poderá assistir à emissão completa em:



V Encontro SUPERTABi - sessão de 12 setembro

V Encontro SUPERTABi - sessão de 12 setembro


António Marinho, FAPEMAIA


José Manuel Moran, Universidade de São Paulo, Brasil

"O ensino híbrido (blended) diferenciado em cenários de desigualdade"


José Carlos Morgado, Universidade do Minho


Ana Leite Faria, Saxofone performance


Pedro Coelho, Area Category Manager da HP - Portugal

"A tecnologia como catalisador de inovação na Educação"


Gonzalo Romero, Google For Education in Spain

"Google For Education"


Ana Cláudia Cohen, Agrupamento de Escolas de Alcanena

"A Escola presente...no futuro!"


Paulo Almeida, Agrupamento de Escolas Fernando Casimiro Pereira da Silva

"ObviaMente criativo"


Poderá ver a emissão total em



V Encontro SUPERTABi - sessão de 5 setembro

V Encontro SUPERTABi 2020

Sessão de 5 de setembro

António Domingos da Silva Tiago, Presidente da Câmara Municipal da Maia

João Costa, Secretário de Estado da Educação 

Manuel João Costa, Pró-Reitor da Universidade do Minho

Marco Bento, Coordenador do V Encontro SUPERTABi


Shafika Isaacs, University of Johannesburg, África do Sul

"Pandemic Pedagogies: Towards a Pedagogy of Care"


VITA MÚSICA QUARTETO

Jael Cohen - Clariene e voz

João Alvim - Piano e voz

Marta Oliveira- Violino

Sarah Seye - Flauta e voz


Manuel João Costa, Universidade do Minho

"Formar professores e apoiar a transição digital de emergência: a abordagem do Centro IDEA-UMinho"


John Collick, Head of International Education Strategy for Promethean

"Cyberstudents, A.I and the future of learning"




Lezíria Inspiring the Future

No dia 22 de setembro 2020 num espaço online, Lezíria Inspiring the Future - Semana da Educação pela Inovação




Ver a emissão completa em

https://www.facebook.com/watch/?v=785373652297088&extid=mL1So3Sr5LK52ndy

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

eBook Aplicações para dispositivos móveis e estratégias inovadoras na educação

Está disponível o eBook "Aplicações para dispositivos móveis e estratégias inovadoras na educação", organizado pela professora Ana Amélia Carvalho da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação - Universidade de Coimbra e publicado pela Direção Geral de Educação.



sexta-feira, 31 de julho de 2020

V Encontro Internacional SUPERTABi 2020

Estão abertas as incrições para o V Encontro Internacional SUPERTABi 2020, numa organização da Câmara Municipal da Maia com os apoios do CIEd da Universidade do Minho, CFAE maiatrofa, Fapemaia e Make it pedagogical (https://www.supertabi2020.com).
Esta quinta edição será a 1.ª totalmente online, depois de 4 edições que esgotaram sempre com mais de 1000 professores em 2 auditórios do Fórum da Maia... voltamos a contar convosco para o maior evento educativo de Portugal!

O programa está em atualização em relação aos excelentes convidados que nos estão a confirmar a presença, mas apresentamos, desde já, os nossos 4 keynotes internacionais que ajudarão a refletir sobre a aprendizagem ubíqua, modelos ativos de aprendizagem, espaços de aprendizagem e cenários de inovação pedagógica com tecnologia:
5 set - Shafika Isaacs - University of Johannesburg, África do Sul
12 set - José Manuel Moran - Universidade de São Paulo, Brasil
19 set - María Consuelo Sáiz - Universidade de Burgos, Espanha
26 set - Anne Adams - Open University, Reino Unido

Brevemente vamos atualizando e apresentando as novidades!

Podem inscrever-se em
saber mais ou diretamente aqui


domingo, 19 de julho de 2020

Educação AMADA: os 6 elementos principais de aula híbrida

Educação AMADA

Aprendizagem Mais Além Da sala de Aula



A aula híbrida ou semi-presencial da Promethean.
As novas diretrizes sanitárias obrigam a transformar com rapidez os cenários educativos com o fim de os adaptar a uma nova normalidade. O objetivo principal, é manter o ritmo das aprendizagens de milhões de alunos por todo o mundo, aproveitando as ferramentas digitais.

A Promethean propõe às escolas e universidades, uma sala de aula completamente equipada tecnologicamente, que irá permitir partilhar a mesma aula em tempo real e de forma simultânea, tanto aos alunos que participam presencialmente, como aqueles conectados de forma remota desde os seus dispositivos.



Os 6 Elementos principais numa aula híbrida ou semi-presencial

ACTIVPANEL ELEMENTS SERIES
O painel interativo da Promethean, como dispositivo na frente da sala de aula, ajuda os professores a partilhar aulas e conteúdos mais dinâmicos, interativos e promover uma maior colaboração.

COMPUTADOR
A Promethean oferece uma solução All in One sem cabos, com a possibilidade de integrar um computador OPS-M com Windows 10 no próprio painel. O ActivPanel Elements Series é também compatível com qualquer computador que o professor utilize em sala de aula, portátil ou de secretária.

APLICAÇÕES PARA A DUPLICAÇÃO DE DISPOSITIVOS
A aplicação Screen Share da Promethean, integrada no ActivPanel Elements Series, permite duplicar e controlar os dispositivos de aluno e colaborar a partir de qualquer lugar.

LIGAÇÃO À INTERNET
Uma boa ligação á Internet é fundamental para garantir que as ferramentas de colaboração, Screen Share e de videoconferência funcionam de maneira fluida.

CÂMARA
A escolha do tipo de câmara depende do espaço de sala de aula, do tamanho e organização. Pode ser instalada no teto, na parede frontal ao painel, a uma altura adequada, de forma a que se obtenha o melhor enquadramento do professor com o painel interativo.

SOFTWARE DE VIDEOCONFERÊNCIA
A instituição, elege o software de videoconferência que melhor se adapta às suas necessidades e implementações já existentes. A Promethean é compatível com todas as soluções existentes no mercado.

Saber mais em

sábado, 18 de julho de 2020

Projeto Inspiring Alumni - Marco Bento (Professor do Ensino Básico)



Entrevista completa em:

SEXTA, 17 JULHO, 2020
Considero determinante na minha vida a possibilidade e disposição de sempre estar a aprender e a reconfigurar-me para poder ser um melhor professor. Conviver com diferentes experiências, em diferentes Escolas de Ensino Superior, em Portugal e fora, permitiu-me contactar com outras realidades, outras pessoas, analisar diferentes visões e ir podendo construir a minha forma de pensar e criar Educação.

Marco Bento é licenciado em Ensino Básico – 1.º Ciclo pela Escola Superior de Educação de Coimbra. Tem uma Pós-graduação em TIC e um Mestrado em TIC, na especialização de Comunicação Multimédia, desde 2013.

Tem tido o reconhecimento internacional com prémios europeus, que reconhecem a melhor investigação na área das práticas pedagógicas com utilização do digital com crianças (2016) e sobre Ambientes Educativos Inovadores mediados por tecnologia (2018).

Desde 2014, tornou-se autor e responsável por diversas formações, workshops e comunicações sobre a utilização de dispositivos móveis e novos cenários de inovação pedagógica mediados por tecnologia em contexto educativo (mobile learning, ubiquitous learning, flipped learning, gamification, game based learning, project based learning, spaced learning, colaborative and cooperative learning scenarios,…).

Atualmente é investigador no Centro de Investigação em Educação (CIEd), da Universidade do Minho, estando na fase de conclusão do Doutoramento em Ciências da Educação, na especialização de Tecnologia Educativa, com um projeto financiado com uma bolsa de investigação científica atribuída pela FCT no Programa de Doutoramento Technology Enhanced Learning and Societal Challenges (TEL-SC).

Hoje, é também consultor pedagógico e assumiu desde janeiro de 2020 a Direção Pedagógica no Colégio Santa Eulália, em Santa Maria da Feira.

Faz parte de duas redes internacionais, a Rede COST- Digital Literacy Skills and Practices in the Early Years (DigiLitEY), na qual é co-investigador na ação "Competências de literacia digital e multimodalidade: práticas com crianças entre os 4 e 9 anos de idade" e a Rede Internacional de Investigação-Ação Colaborativa.

Participa ou participou em diversos projetos europeus como co-investigador: Gaming in Action, 12 Habits for Success, E-Learning course on Mobile Robotics for Adult Education: the fourth industrial revolution, Projeto FCT Rekindle+50 - Digital migrations and curricular innovation: giving new meaning to experience and rekindle teaching profession after 50, Bringing Life Into the Classroom.

Coordena desde há 4 anos o Projeto SUPERTABi (transformar as práticas pedagógicas através do uso de modelos pedagógicos centrados no aluno e mediados por tecnologias móveis, potenciando os novos espaços de aprendizagem), assim como Coordena os Encontros sobre Inovação Pedagógica SUPERTABi para discutir as três dimensões de investigação: pedagogia, tecnologia e espaço de aprendizagem.

Iniciou a sua formação como Professor do Ensino Básico em 2003 na Escola Superior de Educação de Coimbra. O que mudou no papel do professor desde 2003?

Sim, de facto terminei a minha formação inicial em 2003, trabalhei como professor contratado, durante 12 anos e o que fui experienciando e vivenciando traduziu-se em poucas alterações às dinâmicas pedagógicas. O papel do professor deveria ter mudado bastante, a sociedade evoluiu e a escola deveria liderar a inovação social e dar resposta à sociedade através das atividades pedagógicas com os alunos, mas ao invés disso, nem sequer consegue acompanhá-la. Criar projetos que os alunos desenvolvam por si, em momentos de cooperação e colaboração, tendo como meta a produção de um produto que se traduza na aplicabilidade do quotidiano, desenvolver atividades de comunicação, pensamento crítico, incluídos nas aprendizagens da literacia, numeracia e das expressões artísticas e físicas. Todos estes fatores deveriam constar num novo formato de professor. Defendo que um professor deve, hoje, conseguir interpretar o currículo e adaptá-lo ao seu público, saber flexibilizar sem ser por decreto, saber incluir em equidade e não em igualdade, dominar as dimensões pedagógicas, tecnológicas e reorganizar os espaços de aprendizagem. Essas competências farão desse professor alguém atual.

 Quais os momentos/experiências do seu percurso Académico que gostaria de destacar?

Acima de tudo o que mais saliento do meu percurso académico, numa primeira fase enquanto aluno da Escola Superior de Educação de Coimbra, foi o ambiente acolhedor que encontrei e o sentimento de pertença. As experiências de estágio ao longo dos vários anos da licenciatura foram determinantes para criar o gosto e a paixão pela Educação, mas também as amizades criadas entre professores, colegas e muitas que se mantém até hoje, já com algumas parcerias noutros projetos.

Porém, destaco o facto de não ter parado, enquanto professor, de continuar a ser aluno sempre. Considero determinante na minha vida a possibilidade e disposição de sempre estar a aprender e a reconfigurar-me para poder ser um melhor professor. Conviver com diferentes experiências, em diferentes Escolas de Ensino Superior, em Portugal e fora, permitiu-me contactar com outras realidades, outras pessoas, analisar diferentes visões e ir podendo construir a minha forma de pensar e criar Educação.

 Que sugestões daria a um estudante de Educação Básica para uma melhor integração no mercado de trabalho?

O melhor conselho que poderei dar é o de construir o maior número de experiências possíveis, desde visitar escolas e perceber que a realidade é dura e menos romanceada, mas muito mais desafiante. Conhecer desde logo esses desafios preparam-nos para uma melhor integração. Conhecer escolas de diferentes contextos, portuguesas e estrangeiras, abrem a nossa mente e forma de pensar, mas também nos confronta com o que vamos aprendendo enquanto estudantes, criam dúvidas e essas dúvidas levam-nos na procura de respostas. Frequentar eventos sobre Educação são uma excelente forma de conhecer salas de aula diferentes, ouvir as partilhas de práticas inovadoras de forma a não ficarmos presos à forma como vimos ensinar, mas criarmos a segurança de fazer diferente e por isso, tentar não ser um professor formatado pelo sistema e combatê-lo… mas só se consegue quando temos segurança e uma visão ampla sobre o mesmo.

Alguns dos seus trabalhos de investigação foram distinguidos com prémios europeus. Qual a importância que estes prémios tiveram no seu percurso profissional?

É um sinal de reconhecimento pelo trabalho realizado, desde logo do ponto de vista da investigação, mas também pela forma como nos permite criar pensamento sobre a mesma. Os prémios são resultado de um investimento na carreira de professor, que acabam por resultar no desenho e participação em novos projetos de investigação dentro do Centro de Investigação em Educação da Universidade do Minho, mas também pela possibilidade de colaborar ativamente em redes internacionais sobre investigação em Educação ou, mais em particular, abraçar novas formas de contribuir para uma melhor educação, seja enquanto Coordenador do Projeto SUPERTABi, Diretor Pedagógico do Colégio Santa Eulália ou Coordenar Projetos de Formação Contínua de Docentes em vários pontos do país e em estreita colaboração com a Direção Geral de Educação.

Em que consiste o projeto SUPERTABi?

O Projeto SUPERTABi pretende transformar as práticas pedagógicas através do uso de modelos pedagógicos centrados no aluno e mediados por tecnologias móveis, potenciando os novos espaços de aprendizagem. Ou seja, é um projeto em que os dispositivos móveis servem de apoio a uma nova dinâmica de sala de aula e ao desenvolvimento da aprendizagem formal, não formal e informal, integrados no sistema de ensino, sobretudo na reflexão e desenho dos novos ambientes pedagógicos de aprendizagem e a sua efetiva e competente utilização. O Projeto desenvolve-se desde há 5 anos e está neste ano letivo implementado em 14 turmas, do 1.º Ciclo do Ensino Básico, dos 7 Agrupamentos de Escolas do Concelho da Maia. O desenho de todas as atividades pedagógicas é feito tendo por base três dimensões investigadas no projeto de doutoramento: Pedagogia (consideramos as diferentes pedagogias como o mobile learning/ubiquitous learning, a aprendizagem cooperativa, aprendizagem colaborativa, aprendizagem invertida, aprendizagem baseada em projetos, aprendizagem baseada em jogos, gamificação, aprendizagem por narrativas digitais,...), Tecnologia (consideramos a fomentação do uso de recursos digitais, destacando as suas potencialidades para a melhoria das aprendizagem dos alunos, nomeadamente, os dispositivos móveis) e o Espaço (consideramos a redefinição dos diferentes espaços de aprendizagem, re-imaginando o espaço de aprendizagem: onde está o professor? qual é o seu papel? e os alunos? como estão os alunos dispostos para as diferentes atividades? Os espaços virtuais, os espaços exteriores, …).

É importante referir que este projeto se centra nos professores e no seu desenvolvimento profissional, com um modelo formativo anual, no qual todas as semanas temos criado um espaço “Casa do Professor SUPERTABi” de reflexão, partilha e formação, mas, que naturalmente, tem implicações no sucesso dos alunos e em todos os outros atores educativos.



Como surgiu o projeto?

O Projeto nasceu de uma investigação de Doutoramento em Ciências da Educação, na especialização em Tecnologia Educativa, no Instituto de Educação da Universidade do Minho, sobre o tema “Que fatores aumentam (ou impedem) o envolvimento dos professores na sua aprendizagem profissional sobre novas abordagens pedagógicas na era do mobile learning?”

Este projeto foi financiado pela FCT (Fundação para a Ciência e Tecnologia) numa bolsa de investigação científica que se inseriu no Programa Technology Enhanced Learning and Societal Challenges (TEL-SC), um consórcio entre as Universidades do Minho, Aveiro e Lisboa.

O Projeto iniciou-se com 2 estudos de caso. Após os primeiros resultados intercalares do projeto, o município da Maia começou a envolver todas as direções de escolas, associações de pais e, juntos, criámos um projeto municipal em que alargámos num primeiro ano a mais 7 professores e no segundo ano a outros 7, perfazendo o total de 14 atuais. Estamos neste momento a preparar o próximo ano letivo com mais 20 professores a serem preparados para esse novo contexto pedagógico. Saliento que ninguém é obrigado a participar, o projeto usa uma estratégia participativa e de disseminação por envolvimento e entusiasmo dos professores do 1.º CEB.

Considera que as escolas e os professores estavam preparados para o ensino a distância a que a realidade da pandemia os obrigou?

No caso dos professores do Projeto SUPERTABi [https://supertabi2020.blogspot.com/] foi muito mais fácil, porque existiam práticas e ambientes explorados previamente à pandemia que facilitaram a autonomia e continuidade de interação pedagógica, num ambiente virtual com alunos de 7, 8, 9 e 10 anos. Os pais também já estavam habituados a um conjunto de práticas curriculares que divergiam de um modelo centrado no professor para um modelo centrado na produção de conteúdos por parte dos alunos. O sucesso ou insucesso do ambiente online gerado pela pandemia foi determinado pelo grau de ambientação pedagógica com o digital que já existia em escolas por esse país.

Repare-se que de um momento para o outro o Ensino a Distância e, naturalmente, o uso das tecnologias digitais se tornaram uma espécie de “Novo Mundo” para o sistema educativo. É uma verdade que, para alguns de forma natural e para outros de forma mais obrigatória, porque foram obrigados a fazer uma migração rápida e pouco espontânea, levando naturalmente às “dores de crescimento” e a alguns erros naturais.

O desenvolvimento de práticas pedagógicas em ambientes mediados por tecnologia é agora uma realidade. Considera que esta situação vai alterar a aprendizagem em definitivo para um ambiente digital?

No caso do exemplo que aplicamos no Projeto SUPERTABi, o foco não está e nunca pode estar apenas na dimensão tecnológica, porque não se trata de colocar tablets nas mãos das crianças, mas sim, dar ferramentas pedagógicas aos professores e criar um ambiente de cidadania (hoje inclui o digital, obviamente) para que se criem desafios e atividades que, naturalmente, façam emergir a tecnologia nas atividades diárias. Não podemos continuar a fazer o que vemos na grande generalidade das práticas curriculares, lecionar o currículo sem percebermos se os alunos o aprendem e, para que isso aconteça, o foco não deve estar em mais ferramentas digitais, mas redefinir o que os alunos podem fazer com as mesmas. Não me parece que essa alteração esteja a acontecer, apenas estamos a verificar uma aprendizagem técnica do uso da tecnologia, os professores estão a dominar tecnicamente e a ganhar competências técnicas, mas quando continuam a fazer o mesmo exercício no digital, que antes era feito em papel, apenas alteraram o formato… é preciso colocar os alunos a produzir e a criar, usar a multimédia para produzirem conceitos, trabalhando a tutoria entre pares e, nesta fase, a aprendizagem invertida, que é claramente um modelo que mais se adequa nesta fase.

 De que forma este projeto poderá ajudar a mudar o papel do professor no ambiente educativo mais exigente que se vive?

Este projeto já redefiniu novas forma de ensinar e aprender e estes professores confessam que não sabem já ensinar de outra forma e não mais regressam à forma como o faziam. O professor de hoje não pode ser mais um transmissor de conhecimento, uma vez que a informação pode ser consultada a qualquer hora e qualquer lugar, por isso o tipo de trabalho deve ser de facilitador e orientador, ajudando os alunos a filtrar o que encontram ao invés de lhes transmitirem a informação.

Projeto SUPERTABi apresentado em Valongo


sexta-feira, 10 de julho de 2020

20 crianças de uma turma contactam com mais de 800 pessoas em dois dias

Investigadores estimam que 20 crianças de uma turma contactam com mais de 800 pessoas em dois dias.

Equipa de investigadores da Universidade de Granada concluiu que uma turma de 20 crianças do ensino pré-escolar ou primário terá contacto com mais de 800 pessoas em apenas dois dias e alerta para problemas do regresso às escolas em Espanha.



Uma equipa de investigadores da Universidade de Granada realizou uma análise que concluiu que uma turma de 20 crianças do ensino pré-escolar ou primário terá contacto com mais de 800 pessoas em apenas dois dias, o que levou os especialistas a alertarem para os riscos da falta de “rigor” no planeamento do regresso às escolas em Setembro em Espanha, depois de terem sido encerradas devido à pandemia de covid-19.
A análise teve por base as previsões do Governo espanhol e das comunidades autónomas sobre o regresso das crianças às escolas, tendo analisado os requisitos técnicos dos modelos traçados.
A 10 de Junho, a ministra da Educação espanhola, Isabel Celaá, anunciou que o Governo não considera necessário o uso de máscara nem o cumprimento do distanciamento social para as crianças dos primeiros quatro anos do ensino primário, por considerar tratar-se de grupos que se podem comparar a famílias ou coabitantes. Isabel Celaá sugeriu então que as crianças desses anos escolares “podem circular com tranquilidade, sem necessidade de manter uma distância de 1,5 metros”. Porém, os investigadores da Universidade de Granada analisaram o número de relações que cada turma poderá manter, com base nestes termos, e chegaram à conclusão que os cálculos contradizem a teoria de que se pode encarar uma turma de 20 crianças como um pequeno agregado familiar.
Assumindo que cada família é formada, em média, por dois adultos e 1,5 filhos menores (de acordo com a média em Espanha e supondo, por exemplo, que numa turma há dez estudantes com um irmão e outros dez que são filhos únicos), cada uma das 20 crianças de uma turma estaria exposta a um grupo de 74 pessoas no primeiro dia de aulas — isto se assumirmos que a criança não entrará em contacto com ninguém externo à própria turma ou ao seu agregado familiar. No segundo dia, o número de interacções das 20 crianças de uma determinada turma poderá “alcançar as 808 pessoas, considerando exclusivamente os relacionamentos [permitidos] sem distanciamento nem máscara da própria turma e das turmas dos irmãos e irmãs”, explica Alberto Aragón, professor catedrático da Universidade de Granada e coordenador do projecto. As estimativas prevêem ainda que, em três dias, poder-se-ão alcançar os 15 mil contactos.
“Se o número de alunos na turma subir para 25, como muitas concelhias sugeriram para que coincida com o rácio habitual, o número de pessoas envolvidas aumentaria para 91 pessoas no primeiro dia e 1228 pessoas no segundo dia”, acrescentam os investigadores num comunicado publicado no site da universidade.

Os especialistas alertam que um sistema “como aquele que propõem o Governo e as comunidades autónomas só poderá ter uma eficácia limitada para controlar o risco de contágio [do novo coronavírus], sendo especialmente ineficaz quando o número de alunos no seu núcleo é tão elevado”.

in Jornal Público de 17 de junho 2020

segunda-feira, 6 de julho de 2020

Cursos de Verão 2020 para crianças

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sexta-feira, 3 de julho de 2020

A bolha "Actimel" da Escola Presencial

Ideias interessantes da nova Escola do Futuro...



A vontade de voltar às aulas presenciais é muita, certo? Concordo!
Mas vamos voltar às aulas presenciais, porque estamos tão cansados do pseudo Ensino Online? Na realidade, a primeira tomada de consciência deve e terá de acontecer, percebendo que nestes meses de imenso trabalho, de trabalho real e efetivo, que se traduziu em imensas horas de dedicação de muitos professores a um trabalho online, MAS, que não é o Ensino Online. Por isso, é com razão que poderão referir que não foi o melhor, mas o possível! Por outro lado, um Ensino verdadeiramente Híbrido é possível, mas não imaginem o que fizeram entre março e junho de 2020.
Por outro lado, somam-se imagens e contextos de algumas escolas portuguesas com espaços e palermices somadas... são os chapéus helicóptero, com alunos na expetativa de "vazar" um olho ao colega colaborativamente... são as salas de aula com acrílicos e separadores de secretária, que mais parecem um call center, um estabelecimento prisional em que cada aluno aguarda a sua visita, salas com separação de mesas e cadeiras e todas dispostas como se a viagem tivesse apenas um único sentido... o de não colaborar, cooperar, validando um tipo de ensino subjacente à memorização e modelo tradicional em que o professor é visto como um transmissor... e nesse caso... que venham os robôs!
Como adoramos importar asneiras... facilito e pergunto se as escolas não querem adotar as barras anti miopia chinesas, os recreios da prisão de Alcatraz... a simulação dos astronautas da estação espacial ou simplesmente as novas fardas das escolas mundiais... a famosa bolha "Actimel", que nos protege de forma segura tão eficientemente...
A tal escola presencial faz falta? Claro que sim, mas acima de tudo pela socialização e interação que dela necessitamos... pelo contributo que esta fornece ao desenvolvimento das competências hard, e sobretudo das soft... por potenciar a colaboração, a cooperação, a amizade, enfim... algo que nos faz sentir humanos!
Temos neste momento tantos resistentes à escola que aconteceu (porque aconteceu - melhor ou pior - mas aconteceu) neste 3.º Período, que gostaria de perceber se são estas ideias que preferem para uma escola de envolvimento, interativa e de índole humanista! A segurança é muito importante, não se pode negar... mas temos outros formatos e outras formas de potenciar a escola no presencial em época de covid!
Se a escola presencial for a bolha "Actimel", prefiro continuar num iogurte de pedaços... sempre fica menos absurdo! 







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