Manifesto publicado no Jornal Publico a 26 de janeiro de 2026
Não é a tecnologia que desumaniza a educação. O que a desumaniza é a ausência de projeto pedagógico, de intencionalidade ética e de responsabilidade educativa.
A Inteligência Artificial (IA) não surge no vazio, surge num mundo já marcado pela aceleração, pela fragmentação da atenção e pela necessidade constante de adaptação, pela burocratização do ensino e pelo esvaziamento do tempo pedagógico, colocando à educação novos desafios éticos, pedagógicos e sociais. Atribuir-lhe a culpa por um pretenso empobrecimento cognitivo e emocional dos estudantes do ensino superior é um erro de diagnóstico que conduz, inevitavelmente, a soluções erradas.
A história da educação ensina-nos algo simples e recorrente, sempre que uma nova tecnologia emerge, o reflexo imediato é o medo e a proibição. Foi assim com o livro impresso, com a calculadora, com a internet, com os motores de busca, com os smartphones. Nunca foi a interdição que educou, foi a mediação pedagógica.
Uma das melhores justificações para a utilização da IA e de uma boa literacia do prompt o mais cedo possível tem que ver com o facto da IA não substituir o pensamento, mas expor a sua ausência. Assim, a IA generativa não pensa, não compreende, não deseja e não interpreta o mundo, mas ajuda a reorganizar a linguagem. Se os estudantes entregam trabalhos vazios, acríticos e sem autoria, o problema não é a IA, mas da ausência de uma cultura de autoria, de exigência intelectual, de modelos pedagógicos atualizados e de práticas avaliativas que valorizem o processo e a construção significativa do conhecimento, em vez da mera reprodução de respostas. A IA não cria mediocridade. Onde existe pensamento, ela pode ser instrumento de aprofundamento, por outro lado, onde ele não existe, revela o vazio.
Outro ponto chave nesta discussão, é que proibir a IA é abdicar da missão de educar. Banir a IA dos processos de ensino e de aprendizagem não protege os estudantes, mas abandona-os num mundo onde a IA já está presente. Abandona-os sem literacia crítica, sem ética de uso, sem compreensão dos seus limites, riscos, enviesamentos e impactos. Abandona-os à clandestinidade pedagógica, ao uso oculto, não acompanhado e não problematizado. Educar nunca foi proteger pelo silêncio, mas sim ensinar a compreender, a argumentar e a decidir.
Questionar o processo humanista num mundo pautado pela ausência de relações é esquecer, que a verdadeira humanização passa pela pedagogia, não pela proibição do uso de tecnologia.
Humanizar o ensino não é regressar a um passado idealizado onde o esforço existia por decreto e a dor era confundida com virtude pedagógica. Humanizar é reconstruir o tempo ao longo da aprendizagem, mas com os instrumentos do presente. A IA pode, quando pedagogicamente orientada, apoiar a escrita reflexiva, sem a substituir, ajudar a estruturar ideias, sem lhes retirar autoria, promover feedback formativo mais frequente e personalizado, tornar visíveis os processos de pensamento, em vez de apenas os produtos finais.
O problema não é a IA, o problema mantém-se no modelo educativo que a acolhe sem crítica. Com isso, não olhamos para a IA sem a questionar, sem refletir sobre a sua legitimidade, sem a necessária crítica académica, ou à captura tecnológica por interesses económicos opacos. Mas confundir essa crítica estrutural com a rejeição da tecnologia é um erro político e pedagógico. A resposta não é a proibição da tecnologia, mas a educação para uma literacia digital e ética que permita aos estudantes compreender, questionar e transformar a tecnologia, em vez de apenas a consumir. Sem isto, a proibição é apenas um gesto simbólico, aparentemente tranquilizador, mas estéril.
A IA não transforma os estudantes em "cretinos digitais" nem em ignorantes, intelectualmente menos capazes ou desonestos; o que se torna evidente é que avaliar melhor é mais exigente do que proibir. A IA veio expor uma fragilidade antiga dos sistemas de avaliação, evidenciando práticas frequentemente assentes em tarefas rotineiras e na classificação do produto final, com reduzida valorização dos processos de aprendizagem, do feedback formativo e do desenvolvimento do pensamento crítico. Proibir a IA para manter práticas de avaliação frágeis é uma opção simplificadora, mas pedagogicamente pouco sustentável. O caminho verdadeiramente exigente é redesenhar práticas pedagógicas onde o trabalho é feito nas aulas com acompanhamento do professor e não em casa, e os estudantes tenham a possibilidade de justificar as suas decisões, explicitar raciocínios, dialogar com fontes, refletir e defender posições de forma crítica. Se pretendemos avaliar para as aprendizagens, não podemos continuar a confundir com a classificação das aprendizagens, porque pretende-se educação, tudo o resto é controlo.
Por outro lado, a IA pode desempenhar um papel relevante na promoção da inclusão educativa. A educação inclusiva assenta no princípio de que todos os estudantes devem aprender juntos, independentemente das suas características, ritmos, necessidades educativas ou contextos socioculturais. A IA permite a personalização das aprendizagens, ajustando conteúdos, níveis de complexidade, ritmos de progressão e modalidades de apoio às necessidades individuais dos estudantes. Através de tecnologias de IA, como leitores de texto, reconhecimento e síntese de voz, legendagem automática, tradução em tempo real e sistemas de apoio à comunicação, é possível facilitar a participação de estudantes com deficiências sensoriais, motoras ou linguísticas.
Por fim, defendemos a IA como uma extensão, e não substituição, do pensamento humano. Defendemos uma IA subordinada ao humano, não como oráculo, mas como instrumento. Uma IA que amplie possibilidades cognitivas, que ajude a pensar melhor, mais longe e com mais consciência dos seus limites.
Tal como a escrita não destruiu a memória, tal como a calculadora não destruiu o pensamento matemático, tal como a internet não destruiu o conhecimento, a IA não destruirá a educação, desde que seja integrada de forma crítica, ética e pedagogicamente fundamentada, ao serviço da aprendizagem, da inclusão e do desenvolvimento humano, e não como substituto do pensamento, da relação pedagógica ou do papel insubstituível do professor.
Sempre que uma sociedade se sente ameaçada, a proibição reaparece como uma solução rápida. Na verdade, a censura digital, nos dias de hoje, é uma espécie de penso rápido numa fratura exposta. Estamos a falar de um reflexo clássico, no qual perante o medo, corta-se, bloqueia-se, silencia-se ou proíbe-se. Hoje, esse impulso manifesta-se de forma particularmente visível na relação com a infância, os jovens, a escola e a tecnologia. Assusta-nos a velocidade do digital e o forte impacto das redes sociais na vida de jovens. Assusta-nos também a dificuldade em acompanhar o que os mais novos fazem online e o modo como interagem com a IA. Em vez de enfrentarmos a complexidade do problema, escolhemos frequentemente o atalho mais simples: proibir. O problema é que esse atalho raramente educa, limita-se a encobrir o problema, deixando-o aparentemente resolvido num único espaço ou tempo, mas nunca a longo prazo ou noutros contextos. Veja-se o exemplo da proibição do uso de telemóveis nas escolas, que poderia resolver um problema educativo, mas não resolve o problema do cidadão, basta este sair da escola e em casa não ter qualquer supervisão ou continuidade das medidas. Um outro exemplo desse equívoco é a recente proibição do acesso às redes sociais a menores de 16 anos na Austrália. Poucos dias após a aprovação desta medida, foi notícia que os sistemas de verificação de idade aceitaram a fotografia de um cão Golden Retrievier como prova de maioridade, ou os próprios pais a criarem contas em seu nome para que os filhos continuassem a aceder às plataformas sociais online. O resultado não foi maior segurança, mas a criação de “clandestinos digitais”, jovens que aprendem, desde cedo, que as regras existem para ser contornadas, muitas vezes com a cumplicidade dos adultos. É imperativo mudar o paradigma, proteger as nossas crianças e jovens adultos de que o exagero e absurdo das redes sociais não se resolve com um "botão de desligar" imposto por decreto. Do ponto de vista da mensagem pedagógica, o que aqui se transmite é devastador, ou seja, não se aprende a agir com responsabilidade, aprende-se a ludibriar o sistema.
Proibir cria o efeito do fruto proibido, aumenta o desejo, incentiva a transgressão e empurra os comportamentos para espaços menos visíveis e menos seguros. Educar é mais difícil, exige tempo, formação, coerência e responsabilidade partilhada entre escola, família e sociedade. Mas é a única via que constrói cidadãos livres, críticos e capazes de escolher. A escola continua a ser o último reduto de lucidez num mundo cada vez mais extremo nas opiniões e pobre em reflexão. Cabe-lhe ensinar a pensar antes de ensinar a obedecer, a questionar antes de aceitar, a usar antes de proibir. As políticas educativas baseadas no medo podem dar uma sensação momentânea de controlo, mas deixam os jovens desarmados quando saem dos muros da escola e mergulham, sozinhos, num oceano digital para o qual nunca aprenderam a nadar.
Proibir a IA pode parecer uma escolha corajosa. Na verdade, é muitas vezes um ato de desistência pedagógica. Educar para o uso crítico da IA é mais difícil, mais lento e mais exigente, mas é o único caminho coerente com a missão humanista da educação. Se por um lado não queremos zombies digitais, por outro, também não queremos estudantes desarmados perante o mundo real. Queremos cidadãos capazes de pensar com tecnologia, sobre tecnologia e, quando necessário, contra a tecnologia.
Porque humanizar a educação não é recusar o futuro é ensinar a habitá-lo com consciência, ética e pensamento crítico.
Nota: Este manifesto poderá ser assinado na resposta dos comentários deste post com o nome completo e a instituição em que trabalha
Marco Bento
Professor na Escola Superior de Educação de Coimbra, investigador no Centro de Investigação e Inovação em Educação (InED ESE-IPP), coordenador do Projeto SUPERTABi Maia, consultor em Educação
José Alberto Lencastre
Professor Associado no Instituto de Educação da Universidade do Minho
Investigador no Centro de Investigação em Educação (CIEd) e no Centro ALGORITMI
Membro do Laboratório Associado de Sistemas Inteligentes (LASI)
Membro do Centro IDEA-UMinho - Centro de Inovação e Desenvolvimento do Ensino e da Aprendizagem
Membro do Consórcio EPIC - Excelência Pedagógica e Inovação em Cocriação
Marco Alexandre Carvalho Bento - Instituto Politécnico de Coimbra / Escola Superior de Educação de Coimbra
ResponderEliminarMaria Manuela Gonçalves dos Santos Ferreira- docente de Português no Agrupamento de Escolas do Castêlo da Maia
EliminarCarlos Manuel Lopes Moreira Polainas - Agrupamento de Escolas Marcelino Mesquita do Cartaxo
EliminarPaulo Jorge Frade Alves - Agrupamento de Escolas de Carcavelos
EliminarAlexandra Maria Marques da Silva Ferrão- AE Poeta António Aleixo Portimão
EliminarJosé Augusto Coelho Lino Peres, professor de Matemática (500) no Agrupamento de Escolas de Valogo
EliminarMarlene Almeida - Agrupamento de Escolas de Fajões
EliminarFloripes da Conceição Correia Almeida, Agrupamento de Escolas N. 1 de Gondomar
EliminarLidia Estevez Mendes, AEFreixo- Ponte de Lima
EliminarAna Maria Almeida Santos e Silva Rocha - Agrupamento Escolas Camilo Castelo Branco - V. N: Famalicão
EliminarSérgio José Páscoa Baptista Magueta - Agrupamento de escolas da Gafanha da Nazaré (Gr550)
EliminarFernando Manuel Lourenço Martins - ESEC Instituto Politécnico de Coimbra
EliminarPaulo Jorge Ribeiro Menezes - AETSM - Tadim - Braga | Formador IA CFAE Braga Sul
EliminarMargarida da Graça Nogueira Marques Meireles - Grupo 110 - Agrupamento de Escolas do Castêlo da Maia
EliminarMargarida Catarina Antónia Jorge - Escola Secundária Dr. Augusto César da Silva Ferreira
EliminarSusana Paula Soares Alves -Docente Agrupamentos Escolas D.Antonio Taipa e mestranda em Supervisão Pedagógica
EliminarMarisa Mancha - 919- Agrupamento de escolas de Reguengos de Monsaraz
EliminarPedro Nuno Abrantes Oliveira Elias - Escola Secundária Avelar Brotero, Coimbra
EliminarFilipa Isabel Pinheiro Jung - AE Coelho e Castro
EliminarEduardo Miguel Bento Fernandes. Professor Assistente Convidado ESE Setúbal e professor do agrupamento de escolas de Azeitão
EliminarElvira Manuela Pinto Sá - Agrupamento de Escolas de Esmoriz/Ovar Norte
EliminarLiliana Manuela Cruz Melo Agrupamento de Escolas de Seia
EliminarNatália Barbosa de Abreu - Escola Básica Integrada de Ponta Garça (RAA)
EliminarTelma Elisabete França Félix - Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena
EliminarJosé Alberto Lencastre - Instituto de Educação da Universidade do Minho
ResponderEliminarLuís Alberto da Silva Gaspar - Direção Regional de Educação (RAM)
ResponderEliminarAna Maria Andeiro Granja - CFAE maiatrofa
ResponderEliminarAna Gil, Ins Piaget
ResponderEliminarRita Margarida Carvalho Simas Bonança- EBI de Lagoa
ResponderEliminarSónia Maria Ramos Soares Lopes -Diretora do Agrupamento de Escolas Gonçalo Mendes da Maia
ResponderEliminarCelina Araújo Lajoso - Direção Regional de Educação, Região Autónoma da Madeira
ResponderEliminarCeleste Simões - Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva
ResponderEliminarHenrique Manuel Mirra Leal - AE Trofa
ResponderEliminarJoão Mouro - Egas Moniz - School of Health and Science
ResponderEliminarMaria Cândida Rosa Calçarão dos Santos Vieira - Agrupamento de escolas Professor Paula Nogueira
ResponderEliminarFelismina Rosa Covas - CFAEAL
ResponderEliminarAndréa Mafra - Grupo de Pesquisa FORPROTEC (Brasil) e Núcleo de Tecnologia Educativa Luso- Brasileiro
ResponderEliminarManuel Florindo Alves Meirinhos, Instituto Politécnico de Bragança (ESE)
ResponderEliminarRui Paradela da Silva - Porto Editora
ResponderEliminarSílvia Roda - Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Setúbal
ResponderEliminarLiliana Santos, ESCM
ResponderEliminarLaurinda Fernandes - AE Camilo Castelo Branco -VNF
ResponderEliminarCláudia Meirinhos - Agrupamento de Escolas Gonçalo Nunes
ResponderEliminarRicardo Miguel Pinto Monteiro - Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco
ResponderEliminarViolante Romão - Agrupamento de Escolas Gil Eanes de Lagos e membro da equipa do Projeto Erasmus+ «Teacher Education Regenerated (TE_REG). Beyond Competencies. Rethinking and redesigning teacher education curricula in AI era»
ResponderEliminarPaulo Ramalhoto - Agrupamento de Escolas Terras do Ave
ResponderEliminarLiliana Fernandes - AE de Alberto Sampaio
ResponderEliminarCátia Pimenta Valéria - Escola Secundária São Pedro
ResponderEliminarRaquel Andreia de Almeida Duarte - Agrupamento de Escolas Sá de Miranda
ResponderEliminarAlexandre David Cerqueira Torres - Instituto de Educação da Universidade do Minho
ResponderEliminarFilipe Gonçalves Galego - Agrupamento de Escolas de Condeixa-a-Nova
ResponderEliminarCidália Marques- AE Fernando Casimiro Pereira da Silva
ResponderEliminarCristina Maria Lemos de Magalhães - Agrupamento de Escolas Infanta D.Mafalda - Gondomar
ResponderEliminarAna Lúcia Rodrigues Rosa Alves - Escola Profissional de Torres Novas
ResponderEliminarRolando Osvaldo Esteves Barradas Coelho, Colégio Paulo VI, Instituto Politécnico do Porto, Instituto Politécnico do Cávado e do Ave
ResponderEliminarJosé Carlos Farias Calado - Agrupamento Escolas Gabriel Pereira, Évora
ResponderEliminarLassalete Marques Silva - Agrupamento de Escolas de Ovar
ResponderEliminarFernando Elias - Professor Aposentado [ex-Diretor do Agrupamento de Escolas de Colmeias]
ResponderEliminarFlora Cecília Mendonça Ferreira - Agrupamento de Escolas de Valadares
ResponderEliminarRui Miguel Moura - Divisão de Tecnologias Educativas do Grupo Porto Editora
ResponderEliminarAlline Bettin de Oliveira- Professora no IE da Universidade do Minho- Professora da ESE do Instituto Politécnico de Bragança
EliminarAna Rita Santos Ferreira-Casa Pia de Lisboa, CED NSC
ResponderEliminarColégio da Trofa, Grupo Ribadouro
ResponderEliminarLeonel Morgado, Prof. Catedrático de Informática da Universidade Aberta & Investigador Coordenador do INESC TEC
ResponderEliminarTiago Neves - Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da FPCEUP
ResponderEliminarJosé Miguel Sousa, Diretor-Geral da DTIM (Associação Regional para o Desenvolvimento das Tecnologias de Informação na Madeira)
ResponderEliminarCarla Sofia de Matos Feteira Baptista - AEGCC - Seia
ResponderEliminarSónia Isabel Martins Correia Violante
ResponderEliminarJardim-Escola João de Deus
Luís Pedro Mendes Freitas, Agrupamento de escolas de Lousada
ResponderEliminarMaria Fernanda Craveiro
ResponderEliminarProfessora de Geografia-3CEB/Ensino Secundário
Agrupamento de Escolas Figueira Norte
João Carlos da Silva Grácio (Agrupamento de Escolas Luísa Todi)
ResponderEliminarAna Borges de Araujo professora de Português e inglês no 2.º ciclo
ResponderEliminarLuis Filipe Lima de Oliveira - TIC 1ºCEB - Colégio de Nossa Senhora do Rosário
ResponderEliminarEliana Lopes, Professora Assistente e Coordenadora de Ensino a Distância no ISAG Porto
ResponderEliminarAntónio Paulo dos Santos Martins, professor Bibliotecário no Agrupamento de Escolas Ferreira de Castro- Oliveira de Azeméis
ResponderEliminarLeila Adriano Ostoyke | Professora Empreendedora, criadora da Escola Digital sem Mistérios
ResponderEliminarJoaquim Trovão - Agrupamento de Escolas Professor Agostinho da Silva
ResponderEliminarJoão Vítor Torres, Professor Adjunto - Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal
ResponderEliminarNuno Miguel Pereira Ribeiro Coelho, Juiz Conselheiro, Tribunal de Contas.
ResponderEliminarJosé Matias Alves, Professor Associado Jubilado da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa
ResponderEliminarVera Cristina Freixo Lourenço - AE Arcozelo
ResponderEliminarEunice Tavares Pita - Agrupamento de Escolas Gabriel Pereira
ResponderEliminarIsabel José B B Fialho (Universidade de Évora)
ResponderEliminarCarla Augusto - Agrupamento de Escolas D. António de Ataíde
ResponderEliminarJoaquim Amorim Costa Silva - AE Camilo Castelo Branco / SIPE
ResponderEliminarCelina Jorge Baptista - Escola Técnico Profissional de Cantanhede
ResponderEliminarVAsco Silva, Colégio Internato Claret, Vila Nova de Gaia
ResponderEliminarLígia Carvalho, Agrupamento de Escolas de Valongo
ResponderEliminarCarlos Filipe Pereira da Silva - EBS Ponta do Sol
ResponderEliminarCarla Maia ( Agrupamento de escolas Gonçalo Mendes da Maia)
ResponderEliminarLuís Miguel Varela Fernandes - Formador - AlmadaForma
ResponderEliminarPaula Cristina Martins Carvalho - Agrupamento de escolas José Belchior Viegas
ResponderEliminarFernando Vasques - Professor e formador - Conservatório de Música Covilhã
ResponderEliminarAntónio de Almeida Moreira - AE de Parede
ResponderEliminarAna Luísa Figueiredo Duarte - AE Gândara Mar
ResponderEliminarCarlos Alberto Alexandre Saraiva - AE Trancoso
ResponderEliminarDiogo Figueiredo Fernandes - Escola Profissional de Esposende
ResponderEliminarNuno Rafael de Oliveira Bastos - Professor Adjunto na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu do Instituto Politécnico de Viseu.
ResponderEliminarAna Mafalda Lapa - Agrupamento de Escolas da Cidadela
ResponderEliminarMargarida Maria Sales Henriques Belchior - Professora na Universidade Lusófona (CUL)
ResponderEliminarBranca Célia Dias - AE Escultor António Fernandes de Sá
ResponderEliminarJose Martins - Agrp Esc. Mangualde
ResponderEliminarBruno César Loureiro Cerqueira - AE Valdevez (Grupo 550)
ResponderEliminarAlexandra Guerra - CIIMAR-UP
ResponderEliminarLaureta Manuela Mateus Soares Silva - EBI Horta
ResponderEliminarPaulo Jorge Fecha Alves de Moura - Escola Secundária Maria Amália Vaz ou Carvalho
ResponderEliminarRui Ramos - Diretor Pedagógico da Escola Profissional das Artes de Coimbra
ResponderEliminarBeatriz Ambrósio Sabugueiro - Estudante na Escola Superior de Educação de Coimbra
ResponderEliminarPaula Alexandra Valente- Agrupamento de Escolas Dr.José Leite de Vasconcelos-Tarouca
ResponderEliminarCélia Maria Campos Ribeiro - AE Castêlo da Maia
ResponderEliminarRita Cordovil de Matos - Faculdade de Motricidade Humana, Universidade de Lisboa
ResponderEliminarCláudia Coelho da Silva Ag. Águas Santas grupo 110
ResponderEliminarAugusto Emanuel Piedade Balça - Formador
ResponderEliminarDelfina Pinto da Silva Amado, Agrupamento de Escolas do Castelo da Maia
ResponderEliminarMaria Nazaré Peres Firmino - AE Gonçalo Mendes da Maia
ResponderEliminarAntónio Varela - Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco
ResponderEliminarRosa Luísa Nóbrega da Silva Gaspar - EB1/PE da Lombada - Ponta do sol
ResponderEliminarMiguel César Pereira Mendes - EBI da Horta
ResponderEliminarElisabete Morais Ribeiro, AE Castêlo da Maia
ResponderEliminarAna Sofia Amador Simões - Agrupamento de Escolas de Sever do Vouga
ResponderEliminarMaria Manuela da Silva Gonçalves Nunes- CFAE Martins Sarmento
ResponderEliminarCláudia Coelho - Agrupamento de escolas de Águas Santas - grupo 110
ResponderEliminarAna Filipa Cardoso de Almeida Chambel - AE da Boa Água, Sesimbra
ResponderEliminarTânia dos Santos Rodrigues Pinto - Colégio Nossa Senhora do Rosário
ResponderEliminarMónica Cristiana Castro de Sousa Pinto, Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca
ResponderEliminarAna Sofia António, ESEL, IPLUSO. AE de Parede
ResponderEliminarCláudia Susana Araújo Silva Azevedo, Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca
ResponderEliminarLuís Rúben de Freitas - Direção Regional de Educação (RAM)
ResponderEliminarJosé Sousa - Centro Escolar de Folgosa - Agrupamento de Escolas do Levante da Maia
ResponderEliminarLara Alves Paiva - Escola Secundária Porta Al Berto
ResponderEliminarHelena Maria Peres Rodrigues - Agrupamento de Escolas de Mangualde
ResponderEliminarCândido Manuel Ramalho Pereira - professor aposentado
ResponderEliminarSusana Alexandra Marques Ribeiro - ESEC Politécnico de Coimbra
ResponderEliminarMarília Isabel Carvalho Poeiras - Escola Secundária de São Lourenço - Portalegre
ResponderEliminarÓscar Rodrigues - AE de Terras de Bouro
ResponderEliminarManuel Novais - AE Dr. Manuel Laranjeira, Espinho
ResponderEliminarRaquel Brandão - ESL teacher em Institutos de linguas e Escolas (grupo 330)
ResponderEliminarPaula Freire, AE Castro Verde
ResponderEliminarEmília Fernandes Silva - Professora do Ensino Básico - AE de Marrazes Leiria
ResponderEliminarMaria da Luz, Braga
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